Mario Castelar - Lendo Mãos
Estava na rua, visitando lojas, mercadinhos de 04 check-outs, com mix de alimentos (basicamente não perecíveis), bebidas e bazar, quando vi um pequeno açougue, em que ontem havia filet mignon tão barato que chamou a atenção de quem estava comigo. Falei com o comerciante, questionando o preço baixo, e ele explicou: “O povo não compra...” – Continue lendo!
Estava na rua, visitando lojas, mercadinhos de 04 check-outs, com mix de alimentos (basicamente não perecíveis), bebidas e bazar, quando vi um pequeno açougue, em que ontem havia filet mignon tão barato que chamou a atenção de quem estava comigo. Falei com o comerciante, questionando o preço baixo, e ele explicou: “O povo não compra...” – Continue lendo!
Histórias como esta são típicas de lojas que, para se adequar ao público que vive na sua área de influência, "tiveram que descer um degrau. Ficar mais simples". Isso é experiência. São acertos e erros que ensinam aos empreendedores o caminho desse marketing "dia-a-dia, pé no chão, mão na massa”.
É família trabalhando, como sempre foi. Casais, Pais e filhos. Proprietários semelhantes aos clientes. Muita venda a crédito, "no cartão", "no ticket", na confiança.
Como diz a letra do saudoso samba enredo : “Vem cá Brasil, deixe eu ler a sua mão menino. Que grande destino reservaram prá você...”