Multinacional Promete Agitar o Mercado de Refrigerantes


Claudio Fontes, diretor das operações brasileiras da Ajegroup, que inaugura na segunda quinzena do mês a sua primeira fábrica no país, concedeu entrevista com exclusividade a Giro News e divulgou metas ousadas e a promessa de sacudir a categoria de refrigerantes, atualmente carente de grandes inovações. Conheça os investimentos, novidades e o posicionamento desse competidor de peso, com marketing agressivo e atuação em mais 20 países.
Claudio Fontes, diretor das operações brasileiras da Ajegroup, que inaugura na segunda quinzena do mês a sua primeira fábrica no país, concedeu entrevista com exclusividade a Giro News e divulgou metas ousadas e a promessa de sacudir a categoria de refrigerantes, atualmente carente de grandes inovações. Conheça os investimentos, novidades e o posicionamento desse competidor de peso, com marketing agressivo e atuação em mais 20 países.
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Competitividade
Na analise do diretor da Ajegroup o mercado esta carente de inovações em produtos, marcas, sabores e essa é a contribuição que a empresa dará a categoria de refrigerantes de um modo geral. “Veja a linha de guaranás, por exemplo, está restrita a uma liderança absoluta de marca. Vamos entrar no segmento para concorrer com esse líder”, destaca. “Temos um modelo de negócio diferenciado e desenvolvemos as nossas fórmulas em conjunto, de acordo com a cultura, o mercado e o paladar dos países onde atuamos”, afirma Claudio Fontes.
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Posicionamento
Com média de 15% de participação de mercado nos países onde atua a Ajegroup, que tem a “fama” de praticar preços competitivos em todo o mundo, deve se posicionar em uma faixa intermediária no Brasil. “Isso não quer dizer que os nossos produtos serão os mais baratos na gôndola, mas certamente terá preços menores do que os praticados pelos lideres. Temos preços competitivos por que temos tecnologia de ponta, conhecimento de mercado e não precisamos pagar royaltes para ninguém, além disso, também prezamos pela qualidade dos produtos”, explica o Diretor Claudio Fontes.
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Investimentos
Inicialmente a fábrica brasileira de 16 mil m², capacidade para produzir cerca de 80 mil garrafas por hora e que consumiu investimentos de aproximadamente US$ 40 abastecerá somente os quatro estados da região sudeste; do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. “Na primeira etapa vamos trabalhar apenas com a produção de refrigerantes, mas temos capacidade e tecnologia para produzir outras bebidas como sucos, chás e isotônicos, por exemplo,”, informa Claudio Fontes, diretor geral das operações no Brasil.
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Novidades
Para agitar um mercado que anda estático, a ajegroup traz ao mercado brasileiro a seguinte linha de produtos da marca Aje Big: Aje Big Cola, Aje Big Guaraná, Aje Big Cola Zero Caloria e Aje Big Cola Zero Cafeína. Esses produtos serão produzidos nas versões pet de 300ml, 500ml, 1,75 l e 2,75 l. “O principal destaque é que vamos trazer ao Brasil um produto inovador; trata-se do Aje Big Cola Zero Cafeína, produto sem cafeína, feito para um público que necessita ou opta por consumir produtos sem o estimulante da cafeína”, aponta Claudio Fontes.
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Marketing
Com investimentos previstos entre 10 e 15 milhões de reais em marketing, a Ajegroup espera chegar a pelo menos 15% de participação de mercado em apenas um ano de atuação no Brasil. “Vamos investir nas principais mídias, sobretudo em propagandas de TV (horário nobre) e Intenet para consumidores finais, além de investir em mídias técnicas voltadas ao trade, revistas, portais e TV. Também temos equipes de trade para trabalhar de acordo com cada canal”, afirma Claudio. A empresa já tem inclusive algumas campanhas definidas, que contarão também com o apelo ao futebol, na força da marca do clube Barcelona da Espanha, que possui contrato com a multinacional.
Números Gerais
- Atuação em 20 países
- 2 bilhões de consumidores em todo o mundo
- 1 milhão de pontos de venda
- Faturamento de US$ em 2009