Heineken Prevê Abrir Novas Fábricas no País
Segundo Nuno Telles, diretor de marketing da Heineken no Brasil, a capacidade das oito cervejarias da companhia do País já não são mais suficientes. As vendas da Heineken cresceram 60% no ano passado e a fatia das suas quatro marcas - Kaiser, Bavaria, Sol e Xingu - no varejo nacional subiu quase dois pontos, para 9,1%. No mundo, a Heineken aumentou o lucro líquido em 41% em 2010, para 1,4 bilhão de euros. A receita subiu 9,7%, para 16,13 bilhões euros, e o volume vendido, 21%.
Segundo Nuno Telles, diretor de marketing da Heineken no Brasil, a capacidade das oito cervejarias da companhia do País já não são mais suficientes. As vendas da Heineken cresceram 60% no ano passado e a fatia das suas quatro marcas - Kaiser, Bavaria, Sol e Xingu - no varejo nacional subiu quase dois pontos, para 9,1%. No mundo, a Heineken aumentou o lucro líquido em 41% em 2010, para 1,4 bilhão de euros. A receita subiu 9,7%, para 16,13 bilhões euros, e o volume vendido, 21%.
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Expansão
Hoje, no Brasil, a Heineken tem oito fábricas no país, todas adquiridas com a compra da divisão de cerveja da Femsa, em janeiro do ano passado. "Por isso teremos novas cervejarias no país. Estamos definindo nos próximos meses onde, quantas e qual a capacidade delas", diz o executivo. Para definir esse plano de crescimento no país, a companhia está estudando o mercado nacional de cerveja. A primeira fase do estudo, que envolveu quatro mil entrevistas em 12 cidades, foi concluída em fevereiro e perguntou aos consumidores o que Teles chama de "seis w" - "who", "what", "why", "where", "when" e "why not" - ou seja: quem toma cerveja, qual cerveja, por que toma, onde toma, quando toma e por que não toma. (Valor)
