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Imagem: Vendas Online Devem Dobrar Até 2021 no Brasil

Segundo um estudo encomendado pelo Google junto a empresa Forrester Research, as vendas na internet no Brasil vão dobrar até 2021. De acordo com a companhia, o segmento terá crescimento médio de 12,4% ao ano e atingirá um total de R$ 85 bilhões em vendas. Com o resultado, o e-commerce passaria dos atuais 5,4% de participação no varejo para 9,5% (sem incluir vendas de alimentos e bebidas). Ainda segundo o estudo, nos próximos cinco anos, 27 milhões de pessoas irão fazer sua primeira compra on-line. Com isso, serão 67,4 milhões de compradores pela internet, o que irá representar 44% dos internautas em 2021.

18/10/16

Imagem: Faturamento do Comércio Eletrônico Cresce 1,4%

De acordo com a pesquisa "Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit", realizada pela FecomercioSP em parceria com a Ebit, o comércio eletrônico paulista registrou faturamento real (já descontada a inflação) de R$ 3,54 bilhões no segundo trimestre de 2016, alta de 1,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entretanto, o setor registrou queda de 3,3% no primeiro semestre de 2016. Ainda segundo os dados, a participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista no segundo trimestre deste ano ficou estável em 3,2% quando comparada ao mesmo período de 2015. Já o número de pedidos on-line no Estado registrou crescimento de 1,1%, passando de 9,160 milhões para 9,256 milhões.

06/10/16

Imagem: 84% dos Consumidores Devem Comprar Online

De acordo com uma realizada pela Ebit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, 84% dos consumidores online ativos irão aproveitar a sexta-feira de descontos, que está marcada para o dia 25 de novembro, um aumento de 3 p.p em relação a 2015. Ainda segundo o estudo, o faturamento somente na sexta-feira deve chegar a R$ 2,1 bilhões, representando um crescimento nominal próximo de 30% em relação à edição de 2015, ano em que as vendas alcançaram R$ 1,6 bilhão. Os produtos com maior intenção de compra devem ser das categorias Eletrônicos (34%); Eletrodomésticos (28%); Telefonia e Celulares (27%); Informática (23%); e Casa e Decoração (13%), respectivamente.

05/10/16