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Imagem: O potencial do social commerce no varejo

O uso de redes sociais tem ganhado cada vez mais força no varejo, que busca se aproximar de seus clientes através de conteúdos e usar as plataformas como aliadas à sua estratégia de vendas. Com isso, o social commerce (venda de produtos e serviços utilizando as redes sociais) deve crescer três vezes mais rápido que o comércio eletrônico tradicional até 2025, segundo uma pesquisa divulgada pela Accenture. As compras realizadas em redes sociais globalmente somam US$ 492 bilhões, número que deve chegar a US$ 1,2 trilhão em 2025.

16/12/22

Imagem: E-commerce registra maior tráfego do ano

A Black Friday fez o tráfego do e-commerce brasileiro crescer em novembro. A alta de 18,8% representa o melhor resultado de 2022, impulsionado pelos acessos via web (21%) e por aplicativos de smartphone (10,6%). Os dados são do Relatório Setores do E-commerce, feito pela Conversion. Foram 2,63 bilhões de visitas únicas no mês, superando em 13% o melhor desempenho do ano (2,33 bilhões, em julho). Os marketplaces tiveram 20% mais visitas do que no mês anterior, chegando a 1,15 bilhão de acessos. Dentre as plataformas, destacam-se Magalu e Americanas.

16/12/22

Imagem: Pão de Açúcar começa a vender pela Shopee

O GPA iniciou a comercialização de produtos de supermercado na Shopee. Através da seção "Shopee Oficial", a bandeira Pão de Açúcar vai oferecer mais de 7 mil itens no marketplace, entre as categorias de mercearia, higiene e limpeza. "Essa nova parceria nos permite abrir o leque de atendimento. Estar na Shopee é estar em uma plataforma com milhões de visualizações diárias e com potencial de colaborar com o crescimento e relevância do nosso negócio online", avalia Marcelo Rizzi, Diretor Executivo de Digital e Transformação do GPA. A meta da companhia é dobrar a participação de suas vendas online.

02/12/22

Imagem: Vendas online da Cyber Monday recuam 12%

O faturamento do e-commerce brasileiro na Cyber Monday (segunda-feira pós-Black Friday) teve queda de 12%, na comparação com o mesmo período de 2021, segundo dados da NielsenIQEbit, em parceria com a Bexs Pay. "O e-commerce competiu de maneira mais decisiva com as lojas físicas, já que o isolamento promovido por conta da pandemia reduziu a quase zero e as pessoas voltaram a circular. O ambiente macroeconômico também está mais desafiador e isso impactou o bolso do brasileiro, assim como as vendas das lojas", afirma o head de e-commerce da NielsenIQ, Marcelo Osanai.

30/11/22