13/02/19
Seguindo uma tendência do mercado varejista, que se torna cada vez mais digital, a rede de supermercados Savegnago investe no e-commerce alimentar. "Atualmente, este canal representa em torno de 0,50% do nosso faturamento, mas cresceu acima de 50% em 2018 e tem um ticket médio quatro vezes maior que o da loja física", revela José Sarrassini, diretor comercial do Savegnago. A plataforma da rede comercializa um mix com 10 mil SKU's de diversos departamentos. "Nosso objetivo é atingir cerca de 3% do faturamento com o comércio eletrônico de alimentos nos próximos dois anos", completa.
11/02/19
A Nuvem Shop, plataforma de e-commerce voltada à micro e pequenas empresas, presente no Brasil e na Argentina, tem colhido bons frutos com o avanço do varejo online. Somente no ano passado, no país, foram criadas 199.364 lojas na plataforma, crescimento de 9% em relação a 2017. "O objetivo é democratizar o acesso para que qualquer pessoa consiga ser um empresário. Atualmente, o varejo online é 5% do varejo físico no Brasil, o que mostra que existe um grande potencial de crescimento.", comenta Adriano Caetano, VP de estratégia na Nuvem Shop, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.
07/02/19
A floricultura Giuliana Flores lança o serviço Clube da Giu, um programa de assinaturas que garante um sortimento de flores da estação. São três planos: de 6, 12 ou 24 hastes (flores), com investimento mensal de R$ 49, R$ 69 e R$ 89. O cliente escolhe o tamanho das hastes (pequeno, médio ou grande), os dias e a frequência em que prefere recebê-las (uma, duas ou quatro vezes por mês), assim como o período dia mais conveniente para a entrega. Além de flores, o assinante terá descontos no site da Giuliana Flores. Inicialmente disponível para a Grande São Paulo, o Clube da Giu em breve se expandirá para outros locais.
28/01/19
Atuando no mercado brasileiro há pouco mais de um ano, a Rappi, empresa de delivery, quer estar presente em 30 cidades no País, em 2019, o dobro da abrangência atual. De origem colombiana, a startup já começou trabalhando com o conceito de não ser um delivery de comida, mas um aplicativo para entrega de tudo. "A evolução da Rappi foi guiada em função do usuário, ele podia solicitar qualquer coisa e nós fomos acrescentando os itens mais pedidos, como supermercados, farmácias e até dinheiro", explica o diretor de crescimento da Rappi no Brasil, Tiago Barra.
28/01/19













