No Assaí, PDVs convertidos de hipermercados superam faturamento de lojas orgânicas
No terceiro trimestre de 2025, a safra de 47 lojas convertidas de hipermercados em 2022 atingiu um faturamento médio por loja de R$ 27,9 milhões, resultado 29% superior ao da base de lojas orgânicas abertas pelo Assaí Atacadista até 2022. Além disso, a produtividade das operações convertidas, que se refere à venda por metro quadrado, corresponde a 95% da produtividade das lojas orgânicas inauguradas até 2022. "O parque de 17 lojas convertidas em 2023, ainda em estágio menos avançado de maturação quando comparado à safra de 47 unidades convertidas em 2022, atingiu uma venda média por loja de R$ 22,0 milhões, ligeiramente superior ao nível de venda das lojas orgânicas inauguradas até 2022", afirma a rede de atacarejo.
Expansão
Entre julho e setembro, o Assaí abriu duas lojas no estado de São Paulo, localizadas em São José do Rio Preto e Osasco. Nos últimos 12 meses, foram inauguradas oito unidades, totalizando uma adição de 40 mil m² à área de vendas. Além disso, nesta semana, foram iniciadas as atividades de uma filial em Jacarepaguá (RJ), totalizando 305 lojas em operação. "O cronograma de expansão para 2025 está sendo cumprido conforme o planejado, com cerca de 10 novas lojas previstas para inauguração até o final do ano", afirma a rede.
Desempenho financeiro
O atacadista terminou o terceiro trimestre de 2025 com um lucro líquido de R$ 195 milhões, representando uma queda de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024, quando o resultado foi de R$ 198 milhões. A receita líquida foi de R$ 19 bilhões, com avanço de 2,1%. No quadrimestre (entre julho e outubro), as vendas mesmas lojas cresceram 1,3%. Considerando apenas outubro, o índice apresentou crescimento de 5,2%.
“O trimestre foi marcado por um ambiente de consumo desafiador, com o maior patamar da taxa de juros em 20 anos, elevando o endividamento a níveis recordes e reduzindo o poder de compra, especialmente da população de baixa renda. Esse cenário intensificou os movimentos de trade-down e as alterações nos hábitos de consumo, principalmente no food service e no pequeno varejo, que se abastecem no atacarejo", afirma Belmiro Gomes, CEO do Assaí.
