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Inflação Não Prejudica Delivery de Refeições em SP

Destaque Inflação Não Prejudica Delivery de Refeições em SP

A inflação acumulada nos últimos 12 meses alcançou a marca de 6,52%, e ocasionou um aumento no preço dos alimentos em supermercados e nos consumidos fora do lar. Esse cenário, que carrega um teor de preocupação, não impactou em nada o desempenho do iFood, plataforma de delivery on-line, que registrou um aumento de 266% nos pedidos de entrega de comida, entre os meses de junho de 2013 a junho deste ano, mesmo após os pratos mais requisitados nos restaurantes – pizza de mussarela, temaki de salmão e o cheeseburguer – sofrerem uma alta de 19,4% em seus preços no período.

A inflação acumulada nos últimos 12 meses alcançou a marca de 6,52%, e ocasionou um aumento no preço dos alimentos em supermercados e nos consumidos fora do lar. Esse cenário, que carrega um teor de preocupação, não impactou em nada o desempenho do iFood, plataforma de delivery on-line, que registrou um aumento de 266% nos pedidos de entrega de comida, entre os meses de junho de 2013 a junho deste ano, mesmo após os pratos mais requisitados nos restaurantes – pizza de mussarela, temaki de salmão e o cheeseburguer – sofrerem uma alta de 19,4% em seus preços no período.

Cenário Atual

Devida a procura das pessoas por comodidade e praticidade em seu cotidiano, o setor de delivery online está em crescimento. Felipe Fioravante, CEO do iFood, aponta que o mercado mobile é promissor, pois cerca de 70 milhões de brasileiros possuem smartphones e mais de 60% do tráfego da empresa é oriundo de plataformas mobile. “Hoje sabemos que 90% dos pedidos delivery são por telefone e 10% online. Em menos de um ano a queda de pedido por telefone será em torno de 40%, enquanto o delivery online pegará esse percentual. Para os restaurantes é muito mais barato manter uma operação online e, para o consumidor, mais prático e rápido”, conclui Felipe.

Mudança no Hábito do Consumidor

Felipe aponta também queo crescimento dos pedidos de comida na capital paulista sinaliza uma mudança no hábito dos consumidores. “Vejo um crescimento paralelo das pessoas buscando restaurantes físicos e delivery. As pessoas cozinharão menos e recorrerão cada vez mais aos restaurantes. O que muda é a forma de consumir o restaurante. O físico se tornará para momentos de entretenimento e lazer, enquanto o delivery é um aliado nos momentos em que se quer praticidade e comodidade”, afirma.

Expectativas

Atualmente a empresa recebe em torno 50 mil pedidos semanais, ocasionando 200 mil mensais. Porém Felipe afirma que a expectativa da empresa é aumentar para 300 mil pedidos por mês, além de crescer em 15% a base de restaurantes, que conta atualmente com 3 mil restaurantes.

18/08/2014

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Escrito por diego santos

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