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Imagem: Atacado brasileiro paga caro por tecnologia que não entende sua venda

O atacado brasileiro movimenta uma parte decisiva da economia, mas muitas distribuidoras ainda vendem como se a escala pudesse ser sustentada por WhatsApp, planilhas e digitação manual. Segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ 2026, o setor atacadista distribuidor alcançou R$ 616,6 bilhões em faturamento em 2025, crescimento nominal de 17,27% em relação ao ano anterior. Em um mercado desse tamanho, uma ferramenta errada resulta em perda de produtividade em escala.

08/07/26

Imagem: Atacado brasileiro organiza o estoque mas ainda vende no improviso

O backoffice das distribuidoras brasileiras nunca esteve tão estruturado. Sistemas como Bling, Sankhya, Omie e Olist controlam estoques, emitem notas fiscais e integram o financeiro com uma eficiência impensável há dez anos. Mas basta olhar para o outro lado da operação para encontrar um cenário oposto: vendedores tirando pedido por grupo de WhatsApp, tabelas de preço enviadas em PDF e pipelines comerciais gerenciados em planilhas. Essa contradição não é coincidência nem descuido. É o retrato de uma digitalização pela metade, e o custo dela cresce silenciosamente a cada pedido digitado à mão.

18/06/26

Imagem: Ferramenta genérica trava a digitalização do atacado brasileiro

A digitalização do atacado brasileiro não emperra por falta de vontade. Ela emperra porque muita distribuidora tenta resolver um problema específico com ferramentas feitas para servir a qualquer mercado. Essa escolha parece econômica no começo, mas cobra caro depois. A plataforma entra em implantação, exige ajustes, consome meses de equipe, passa por personalizações e, quando finalmente chega perto da operação real, não consegue reproduzir regras básicas do negócio. Tabela por cliente, limite de crédito, pedido mínimo, condição negociada, mix obrigatório, integração com ERP e carteira ativa de vendedor não são detalhes.

20/07/26

Imagem: Indústria brasileira perde competitividade por falta de integração digital

A digitalização do comércio B2B deixou de ser tendência e se tornou exigência do mercado global. Mesmo assim, a indústria brasileira ainda avança lentamente nesse processo, o que já se traduz em perda de mercado, redução de margens e queda na competitividade. Embora o e-commerce siga em crescimento, conforme indica a Neotrust, o setor B2B permanece subexplorado principalmente pela ausência de plataformas capazes de lidar com as complexas regras de negócio do ambiente industrial.

17/12/25

Imagem: Mobile commerce no B2B revoluciona o mercado brasileiro com agilidade e eficiência

O avanço do mobile commerce no Brasil reflete uma mudança no comportamento de consumo, impulsionada pela popularização dos smartphones, maior cobertura de internet móvel e a busca por experiências de compra mais rápidas e intuitivas. Atualmente, mais da metade das transações no e-commerce brasileiro já ocorre por meio de dispositivos móveis, segundo dados da NielsenIQ|Ebit, e a tendência é de crescimento contínuo. Essa transformação tem sido amplamente absorvida pelo varejo B2C, mas o mesmo não pode ser dito do segmento B2B, que ainda encontra dificuldades estruturais para se adaptar a esse novo cenário.

13/08/25

Imagem: Como atacadistas e distribuidores estão liderando a digitalização do e-commerce

Durante muito tempo, o atacado distribuidor brasileiro viu a digitalização como uma promessa distante, algo importante, mas não urgente. No entanto, esse cenário mudou drasticamente no momento em que canal digital deixou de ser alternativa e passou a ditar o ritmo do jogo. Segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ 2025, quase metade (46,4%) dos atacadistas e distribuidores afirmam que pretendem aumentar seus investimentos em e-commerce e marketplaces este ano, enquanto outros 50,6% dizem que vão manter os aportes já realizados. Em outras palavras, o mercado já entendeu que não há mais espaço para hesitação.

04/07/25