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Imagem: Quando o varejo corta o mix, escolha por marcas relevantes fica ainda mais estratégica

O segundo semestre de 2026 deve consolidar um movimento que já ganha força no varejo brasileiro: a revisão dos sortimentos. Pressionadas pela necessidade de aumentar a produtividade das lojas, proteger margens e simplificar a jornada de compra, redes de diferentes portes estão reduzindo SKUs (mix de produtos), reavaliando fornecedores e concentrando espaço em marcas capazes de entregar maior retorno por metro linear de gôndola. Em um cenário com menos margem para erro, decidir quem permanece na prateleira virou escolha estratégica.

16/09/26