O que vejo nas projeções mais recentes sobre consumo, é que o futuro não será construído a partir de oposições, mas de integrações. A WGSN resume bem essa mudança ao apontar 2027 como o ano do “e/e”, e não mais do “ou/ou”: online e offline, tecnologia e humanidade, conveniência e emoção passam a coexistir de forma integrada. No varejo, essa transformação não é uma previsão distante. Ela já está em curso. Durante muito tempo, marcas e empresas organizaram suas estratégias em torno de escolhas binárias. O físico ou o digital. O branding ou a performance. A automação ou o atendimento humano.
08/04/26