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Imagem: Alimentos e bebidas puxam deflação em junho

Os grupos de alimentação, bebidas e transportes foram os que mais contribuíram para a deflação de 0,08% registrada em junho, na comparação com maio, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve a menor variação para o mês de junho desde 2017, quando houve queda de 0,23%. No mesmo período do ano passado, a variação da inflação havia sido de 0,67%. Já no acumulado de 2023, o índice de preços totaliza alta de 2,87% e, nos últimos 12 meses, de 3,16%.

12/07/23

Imagem: Cesta básica tem alta de 3,41% no e-commerce

Um levantamento feito pela Precifica, especializada em soluções de pricing, mostra que o valor da cesta básica na região metropolitana de São Paulo subiu 3,41% em outubro, no e-commerce, na comparação com setembro. Com isso, saltou de R$ 613,65 para R$ 634,59. Trata-se da primeira alta após cinco quedas consecutivas. Em maio, houve diminuição de 1,25%; em junho, de 0,88%; em julho, de 5,67%; em agosto, de 1,54%; e em setembro, de 4,64%. O estudo envolveu 13 itens disponíveis em cinco plataformas de e-commerce de empresas supermercadistas que atuam na região.

16/11/22

Imagem: PIX se torna o principal meio de pagamento nos pequenos negócios

O Pix se tornou o principal meio de pagamento para os pequenos negócios, por conta de ser um facilitador para empreendedores, de acordo com uma pesquisa do Sebrae e IBGE. O PIX é hoje a principal forma de recebimento para 42% dos microempreendedores individuais (MEI) e micro e pequenas empresas (MPE). No recorte entre estes dois modelos, porém, há algumas diferenças. Entre os MEI, 51% desses empreendedores afirmam que esse já é o principal meio em suas vendas. Já para MPE, a ferramenta é a mais utilizada em 28% dos casos, já que nesse segmento o uso de cartão de crédito ainda é um pouco superior. Portanto, somando as duas categorias, chega-se a 42% para quem tem um pequeno negócio.

20/10/22

Imagem: Inflação de alimentos em domicílio sobe 11,8%

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação de alimentos no domicílio subiu 11,8% no acumulado do ano até julho, enquanto a fora de casa avançou 4,6% - uma distância de 7,2 pontos porcentuais. "Com a renda contraída, fica difícil repassar preços. As pessoas estão com o bolso apertado. A gente vem subindo menos do que a metade da inflação no domicílio", afirma o presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci. Segundo a Abrasel, 46% dos estabelecimentos aumentaram seus preços abaixo da inflação em julho, enquanto 25% não conseguiram reajustar.

30/08/22

Imagem: Renda do Brasileiro Atinge Menor Valor em 10 Anos

Em 2021, a renda média mensal domiciliar per capita foi de R$ 1.353. Considerando a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012, esse é o menor valor em dez anos. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, antes do começo da pandemia de Covid-19, o rendimento alcançou a maior média da série histórica, com cerca de R$ 1.520. Em 2020, o recuo foi de 4,3% frente ao ano anterior. Já em 2021, a queda foi de 6,9%. A pesquisa aponta que todas as regiões brasileiras registraram perda de renda entre 2020 e 2021.

13/06/22

Imagem: Volume de Vendas Cresce 4% em Março

O volume de vendas do comércio varejista do país avançou 4% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a fevereiro, houve alta de 1%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O aumento foi puxado por equipamentos e material para escritório informática e comunicação (13,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (4,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,4%), combustíveis e lubrificantes (0,4%), móveis e eletrodomésticos (0,2%) e tecidos, vestuário e calçados (0,1%).

11/05/22

Imagem: Vendas do Comércio Desaceleram, Afirma IBGE

As vendas do comércio varejista brasileiro registraram variação negativa de 0,1% em outubro, em relação ao mês de setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com outubro de 2020, o recuo é de 7,1%, o terceiro consecutivo. Para a entidade, as quedas estão relacionadas ao aumento de preços, sobretudo em alimentos e combustíveis. Entre os segmentos que tiveram redução em vendas estão: livros, jornais, revistas e papelaria (-1,1%), móveis e eletrodomésticos (-0,5%), combustíveis e lubrificantes (-0,3%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

09/12/21