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Imagem: Varejo físico apresenta retração de 12% no faturamento nacional

O Índice de Performance do Varejo (IPV), feito pela HiPartners Capital & Work, registrou retração de 12,2% no faturamento nacional comparado com o mesmo mês de 2024, puxada pela queda de 23,7% no volume de vendas nos shopping centers. Assim, setembro de 2025 consolidou um cenário difícil para o varejo de lojas físicas no Brasil. O panorama também foi negativo em movimento de clientes, com quedas de 13,4% no fluxo de shoppings e de 9% em lojas de rua. Porém, as lojas de rua foram o único alívio no período, com alta de 2,5% no faturamento.

06/11/25

Imagem: Fluxo de consumidores aumenta 7% em shoppings

O fluxo de visitação em shopping centers começou 2024 em alta, registrando um aumento de 7% em janeiro, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso, as lojas receberam 3% a mais de clientes, segundo o Índice de Performance do Varejo (IPV), elaborado pela HiPartners Capital & Work em colaboração com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). O faturamento do setor aumentou 7% no mês, enquanto as lojas de rua tiveram alta de 11%. Com isso, o ticket médio apresentou uma alta geral de 3%. O fluxo de visitação aumentou na maioria dos setores na comparação com janeiro de 2023.

26/02/24

Imagem: Varejo registra menor movimento de clientes, mas faturamento sobe em outubro

De acordo com o Índice de Performance do Varejo (IPV) da HiPartners, o mês de outubro registrou queda no movimento de clientes, mas avanço no faturamento e no valor médio das compras. Na comparação com outubro de 2024, o fluxo de visitação recuou 14% em lojas situadas em shoppings e 11% nas lojas de rua, enquanto o faturamento cresceu 2% no total. O resultado foi impulsionado especialmente pelo varejo de rua, que teve alta de 5%, contra 0,3% nas lojas situadas em centros comerciais.

26/11/25

Imagem: Crise no Varejo: Como a tecnologia pode trazer consistência e competitividade em tempos sensíveis

*Por Flávia Pini, sócia da HiPartners  Em uma sociedade pós-pandemia, ainda são muitos os desafios. A estagnação econômica do país, combinada com inflação e juros altos, torna a vida dos empresários mais difícil, já que o crédito e as dívidas ficaram mais caras e ainda influencia no crescimento da inadimplência e na perda do poder de compra do consumidor. Esse cenário vem sendo particularmente danoso, especialmente para o varejo, que apesar de ser um dos mercados mais resilientes do país, enfrenta uma "quebradeira" generalizada. 

30/08/23