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Imagem: Abrasel alerta sobre impacto da mudança de escala de trabalho nos preços de serviços essenciais

O presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, defende que a sociedade precisa ter maior clareza sobre os impactos da mudança de escala de trabalho nos preços de serviços essenciais. Segundo ele, a alteração da escala 6x1 para 5x2 tende a encarecer atividades do dia a dia, com repasses ao consumidor que podem variar, em média, de 7% a 14% em setores como restaurantes e clínicas médicas. Solmucci ressalta que esse custo recairá principalmente sobre a população de baixa renda, que possui menor capacidade de absorver reajustes. A mudança compulsória na escala pode elevar em cerca de 20% o custo da mão de obra, pressionando preços, reduzindo margens e dificultando contratações, sobretudo em pequenos negócios.

23/03/26

Imagem: Abrasel apresenta cartilha para ajudar bares e restaurantes a montar escalas de trabalho

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) lançou uma cartilha com orientações práticas para auxiliar empreendedores do setor de alimentação fora do lar na criação de escalas de trabalho inteligentes. O guia apresenta um passo a passo para estruturar turnos, distribuir folgas e organizar jornadas de forma equilibrada, garantindo conformidade com a legislação e maior eficiência operacional. O conteúdo da cartilha aborda desde a avaliação das necessidades do negócio até dicas práticas para adaptar a escala aos horários de maior movimento, além de orientações sobre direitos trabalhistas e ferramentas digitais que facilitam o planejamento. A cartilha está disponível gratuitamente no site Conexão Abrasel.

08/12/25

Imagem: Savegnago registra salto de 120% na procura por vagas com escala 5x2

A implementação da jornada de trabalho 5x2 na rede Savegnago resultou em um crescimento de 120% no volume de currículos cadastrados para processos seletivos. O novo modelo de escala foi introduzido nas mais de 70 lojas do grupo no final de 2025, após testes realizados em uma unidade em Indaiatuba (SP). Jaciani Rizziolli, diretora de recursos humanos da varejista, explica que a mudança foca na retenção de profissionais e na redução da rotatividade, mesmo mantendo a carga horária de 44 horas semanais.

11/05/26