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Imagem: Brasileiro gasta dois terços do salário mínimo no supermercado

Segundo a 5ª edição do Ranking de Preferência do Consumidor (RPI) 2026, da dunnhumby, o brasileiro destina, em média, R$ 1.073,98 por mês às compras de varejo alimentar e tem diversificado cada vez mais os locais onde abastece a despensa. De acordo com os dados, as famílias visitam, em média, 3,6 redes diferentes por mês em busca de melhores preços e promoções. O valor médio das compras equivale a 66% do salário mínimo vigente no país, de R$ 1.621 em 2026. Em 2027, o valor do piso nacional pode chegar a R$ 1.717, segundo o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, que aguarda votação no Congresso.

06/08/26

Imagem: Shoppers passam a visitar 9 lojas diferentes por mês

Com crescimento de 51%, o número de lojas visitadas mensalmente pelos shoppers passou de 6,3, em 2021, para 9,5 neste ano. Segundo o estudo IPCon (Índice de Preferência do Consumidor), da Dunnhumby, o supermercado é o formato preferido de compras, visitado por 84% dos entrevistados nos 30 dias anteriores à pesquisa. Hipermercados (61%) e mercearias/minimercados (57%) também são visitados mensalmente pela maioria dos brasileiros. O atacarejo, com 41%, ocupa uma posição relevante para as compras de abastecimento da casa.

13/09/22

Imagem: Pesquisa aponta sites mais buscados para compras de supermercado

A segunda edição do Índice de Preferência do Consumidor, realizado pela consultoria Dunnhumby, afirma que 83% dos consumidores fizeram compras de supermercado online em 2021. Dentre as plataformas mais utilizadas, o Mercado Livre aparece em primeiro, com 17% de participação. Na sequência, estão Amazon (16%), Americanas e Magazine Luiza (11% cada). Entre as empresas do canal alimentar, os destaques foram Carrefour/Atacadão (11%), Extra/Pão de Açúcar (6%) e Assaí (5%).

12/09/22

Imagem: Varejistas Regionais Lideram Ranking

Varejistas nacionais aparecem em destaque no Índice de Preferência do Consumidor (IPCon), realizado pela dunnhumby, empresa de ciência de dados do consumidor. A versão nacional do estudo, que abrange 38 varejistas e atacadistas de alimentos, é liderada pela rede Zaffari, que aparece em primeiro lugar no ranking geral, seguida por Super Muffato e Atacadão. Na sequência estão: Supermercados BH, Líder, Supermercados Guanabara, Mart Minas, Savegnago, Angeloni e Assaí Atacadista.

26/10/21

Imagem: Como as Estratégias de Personalização no Varejo Podem Aprimorar as Vendas?

*Por Debora Franchim Personalização é um assunto que está na pauta do varejo há bastante tempo. Do dono do mercadinho de vizinhança, que anotava os pedidos na caderneta e conhecia os clientes um a um, até os milhões de membros dos maiores programas de fidelidade existentes hoje, porém, existe uma imensa diferença. A própria história da dunnhumby está ligada diretamente à questão da personalização do relacionamento. A empresa nasceu para gerir o ClubCard, programa de fidelidade da britânica Tesco, e desvendou os segredos de como utilizar os dados de comportamento dos consumidores para enviar malas diretas com 6 ofertas exclusivas para cada cliente.

28/05/21

Imagem: Dados Permitem Oferecer Experiência de Compra Personalizada

A dunnhumby, especializada em ciência de dados do consumidor, observou que, neste ano, novas formas de contatos entre clientes e marcas têm ganhado força, como as redes sociais. "Uma pesquisa promovida pela dunnhumby indica que, durante a pandemia, a compra de produtos via WhatsApp aumentou 22%, alcançando 31% dos consumidores brasileiros", revela Flávia Villani, head da empresa, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News. Para a executiva, o papel do e-commerce e das lojas físicas é fundamental e ambos devem coexistir. "Ao se relacionar com um varejo ou com uma marca, os consumidores não fazem distinção de canal."

01/12/20

Imagem: Consumidor Assume Novos Cortes de Despesas

A crise da economia brasileira levou os consumidores a adotarem um novo comportamento em 2016. Se em 2015 reduzir compras e buscar promoções era a prioridade, neste ano, a substituição de marcas e produtos ganha força. Esse movimento, porém, não chega a categorias de produtos de alto valor agregado. Adriano Araújo, diretor da Dunnhumby, diz que há um movimento de racionalização do consumo que atinge todas as classes sociais, mas a compra de alguns itens de alto valor agregado se mantém nas classes A, B e C. "Os produtos premium e as embalagens maiores se mantêm como tendências de consumo para 2016", afirma o diretor. (Valor)

06/01/16