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Imagem: Custo da cesta cresce em 9 capitais brasileiras

Entre maio e junho, as maiores altas no preço da cesta básica ocorreram no Nordeste, nas cidades de Fortaleza (4,54%), Natal (4,33%) e João Pessoa (3,36%). Oito cidades apresentaram reduções, sendo que as mais expressivas foram registradas no Sul: Porto Alegre (-1,90%), Curitiba (-1,74%) e Florianópolis (-1,51%). São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 777,01), seguida por Florianópolis (R$ 760,41), Porto Alegre (R$ 754,19) e Rio de Janeiro (R$ 733,14). Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 549,91) e Salvador (R$ 580,82).

07/07/22

Imagem: Valor Atinge R$ 1.226,12 na Capital Paulista

O preço médio da cesta básica atingiu R$ 1.226,12, em 31 de maio, na capital paulista. O valor representa aumento de 1,36% em relação a 29 de abril (R$ 1.209,71), segundo dados do Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP, em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Com isso, o preço ultrapassou o salário mínimo, que é de R$ 1.212. Os grupos alimentação e limpeza tiveram altas de 1,7% e 0,36%, respectivamente. Já higiene pessoal teve queda de 1,83%. Dos 39 produtos pesquisados, na variação mensal, 27 registraram alta, nove diminuíram de preço e três permaneceram estáveis.

27/06/22

Imagem: Cesta básica de junho sobe mais 2,07% em São Paulo (SP)

Pesquisa do Procon-SP revela alta de 2,07% no valor da cesta básica do paulistano. O preço médio, que em 31/05/2022 era de R$ 1.226,12, passou para R$ 1.251,44 em 30/06/2022. Todos os grupos apresentaram alta: higiene pessoal, 5,30%; limpeza, 2,28%; e alimentação, 1,78%. A variação no ano é de 15,02% (base: dezembro/2021). Dos 39 produtos pesquisados, na variação mensal, 28 apresentaram alta, dez diminuíram de preço e um permaneceu estável.

14/07/22

Imagem: São Paulo Tem a Cesta Básica Mais Cara do País

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a cesta básica mais cara do Brasil, no mês de maio, foi a de São Paulo (SP), com custo médio de R$ 777,93. Dentre as 17 capitais brasileiras analisadas pela pesquisa, a cesta básica mais barata foi observada em Aracaju (SE), com R$ 548,38. O preço da cesta caiu em 14 capitais brasileiras na comparação com abril. A queda mais expressiva foi observada em Campo Grande (-7,30%), seguida por Brasília (-6,10%) e Rio de Janeiro (-5,84%).

09/06/22

Imagem: Supermercados Fecham 2021 com Alta de 7,5% nos Preços

Os aumentos de preços nos supermercados ao longo de 2021 refletiram em uma cesta básica 7,5% mais cara no quarto trimestre, em relação ao mesmo período de 2020. De acordo com dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, apurados pela empresa de pricing Profit+, o café foi o principal responsável por puxar a alta da inflação no setor, com uma disparada de 66,8% entre outubro e dezembro. O preço do café moído 500g passou de R$ 8,43 em 2020 para R$ 14,06 no ano passado. O tomate aparece na sequência, com um salto de R$ 4,74 para R$ 7,76 por kg e variação de 63,7%.

10/01/22

Imagem: SC e SP Têm as Cestas Básicas Mais Caras do País

Em novembro, o custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 9 das 17 capitais que fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores altas foram registradas em cidades do Norte e do Nordeste: Recife (8,13%), Salvador (3,76%), João Pessoa (3,62%), Natal (3,25%) e Fortaleza (2,91%). A cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 710,53), seguida pelas de São Paulo (R$ 692,27), Porto Alegre (R$ 685,32), Vitória (R$ 668,17) e Rio de Janeiro (R$ 665,60). Os produtos que registraram maiores variações foram café, açúcar e óleo de soja.

08/12/21

Imagem: Custo da Cesta Básica Sobe em Outubro

Em outubro, o preço da cesta básica aumentou em 16 das 17 capitais analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em relação a setembro. As maiores altas foram registradas em Vitória (6%), Florianópolis (5,71%), Rio de Janeiro (4,79%), Curitiba (4,75%) e Brasília (4,28%). Florianópolis ficou com a cesta mais cara (R$ 700,69), seguida por São Paulo (R$ 693,79), Porto Alegre (R$ 691,08). As mais baratas foram as de Aracaju (R$ 464,17), Recife (R$ 485,26) e Salvador (R$ 487,59). No período, somente Recife teve queda (0,87%).

08/11/21

Imagem: Cesta Básica Tem Maior Aumento em Brasília

Em setembro, o custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 11 cidades e diminuiu em seis, em relação a agosto, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 17 capitais. As maiores altas foram registradas em Brasília (3,88%), Campo Grande (3,53%), São Paulo (3,53%) e Belo Horizonte (3,49%). As capitais com quedas mais intensas foram João Pessoa (-2,91%) e Natal (-2,90%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 673,45), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 672,39), Florianópolis (R$ 662,85) e Rio de Janeiro (R$ 643,06).

07/10/21