O varejo alimentar brasileiro vive um momento de reorganização, impulsionado por novas expectativas de consumidores, investidores e reguladores. As práticas de ESG, antes vistas como iniciativas pontuais, passaram a integrar a estratégia de supermercados, atacarejos e lojas de conveniência, de forma mais estruturada. Esse movimento reflete tanto a busca por reduzir impactos quanto a necessidade de operar com mais eficiência. Em um mercado de margens apertadas e cadeias de abastecimento extensas, o ESG surge como resposta a desafios como desperdício, gestão de resíduos, alto consumo de energia e dinâmicas complexas de trabalho.
18/11/25