Segundo o estudo macroeconômico da embalagem, desenvolvido pela Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), em colaboração com o FGV IBRE, o setor de embalagens tem mantido resiliência em 2025, apesar da desaceleração econômica, e segue crescendo acima da média industrial, gerando empregos e ampliando exportações, mesmo em um cenário de incertezas econômicas. Em agosto, a previsão anual de expansão foi ajustada para 0,4% (entre -0,1% e 0,9%), com avanço disseminado entre plásticos, papel/papelão e vidro. Em março, o estudo apontava a incerteza econômica mundial próxima ao máximo histórico, com efeitos negativos previstos para 2025 e 2026.
27/08/25


