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Imagem: Shoppings processam Polishop após medida cautelar para negociar dívidas

Administradoras de shopping centers como General Shopping, Iguatemi e Allos entraram com ações judiciais contra a Polishop, após a varejista ter buscado medida cautelar na Justiça para tentar negociar suas dívidas com credores. Antes de a empresa entrar com o pedido de tutela antecipada, já existiam oito ações de shoppings e duas ações de fornecedores e de uma seguradora de crédito. Dentro desse grupo, a maior dívida cobrada judicialmente é da Philips Domestic Appliances, no valor de R$ 16,4 milhões.

15/04/24

Imagem: Allos projeta investir até R$ 550 milhões em 2024

A companhia de shoppings centers Allos está estimando investimentos entre R$ 450 milhões e R$ 550 milhões para 2024. A projeção é alcançar um Ebitda (lucro antes de juros, imposto, amortização e depreciação) entre R$ 1,97 bilhão e R$ 2,05 bilhões neste ano, o que corresponde a um crescimento de 6,5% em relação a 2023. Segundo Rafael Sales, CEO do grupo, são 14 ativos que vendem mais do que R$ 1 bilhão ao ano, que são considerados os mais relevantes, e serão esses que devem concentrar os investimentos do ano.

22/03/24

Imagem: Shopping Leblon investe em ativações para o Rio Open

O Shopping Leblon, administrado pela Allos, traz exposições, oficinas, campeonatos e outras atividades em comemoração da décima edição do Rio Open. O evento, que acontece entre os dias 17 e 25 de fevereiro, no Jockey Club, bairro da Gávea, no Rio de Janeiro, terá pela primeira vez como um dos seus patrocinadores a Allos. "Preparamos uma programação gratuita para toda a família se entreter e começar a entrar no clima nas semanas pré evento", diz Rodrigo Lovatti, superintendente do shopping. Com o intuito de trazer conhecimento sobre o evento, o empreendimento traz o Art Wall.

26/01/24

Imagem: Allos vende participações de shoppings em SP e PR

A Allos, que integra a Aliansce Sonae e a brMalls, firmou um acordo para venda de 37,5% de suas participações no Shopping Estação, localizado em Curitiba (PR), e 5% no Plaza Sul Shopping, em São Paulo (SP), por R$ 197,4 milhões. A empresa não informou o comprador. Serão recebidos R$ 182,4 milhões no momento do fechamento da operação e o saldo restante será pago em até 12 meses. Segundo a companhia, a operação tem taxa de capitalização de 8,3%, considerando o lucro operacional projetado para 2023 e a eficiência fiscal. A conclusão da transação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

01/11/23

Imagem: Allos vende fatias de dois shoppings em SP e RJ

A Allos, que integra a Aliansce Sonae e a brMalls, firmou um memorando de entendimentos para venda de sua participação de 75% no Boulevard Shopping Campos, localizado em Campos dos Goytacazes (RJ), e de 36,7% no Santana Parque Shopping, na capital paulista. O valor total da operação é de R$ 297,9 milhões. Segundo a Allos, o ganho de capital gerado no negócio será integralmente compensado através de prejuízo fiscal corrente. A conclusão dessas transações está sujeita à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

10/10/23

Imagem: Allos vende participações em dois shoppings

A Allos, que integra a Aliansce Sonae e a brMalls, acertou um acordo para vender a totalidade de sua participação no Shopping Jardim Sul, localizado na capital paulista, e de 43% de sua participação no Bauru Shopping, no interior de São Paulo. As transações foram fechadas com o fundo imobiliário Hedge Brasil Shopping, com valor total de R$ 444,4 milhões, sendo R$ 343,8 milhões do Jardim Sul e R$ 100,6 milhões do Bauru Shopping. Os desinvestimentos estão sujeitos à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Segundo a Allos, a operação tem como objetivo buscar "oportunidades de otimizar a alocação de capital da companhia".

04/10/23

Imagem: Allos estuda venda de participação em shoppings

A Allos - novo nome da Aliansce Sonae + brMalls - avalia vender participações minoritárias em alguns de seus maiores empreendimentos a fundos imobiliários, que receberão fatias de 10% a 20%. Segundo informações do Pipeline, a empresa também tem intenção de se desfazer de cerca de cinco ativos, que são de menor porte ou menos rentáveis. "Nos shoppings menores, em cidades ou regiões que não somos líderes ou co-líderes, vamos vender a participação, para focar nos ativos mais relevantes. Mas outra oportunidade é eventualmente vender participações minoritárias em shoppings grandes para fundos imobiliários", afirma Rafael Sales, CEO da Allos.

15/08/23