Pular para o conteúdo
Imagem: E-commerces são notificados por venda de produtos ilegais

O Procon do Rio de Janeiro notificou as empresas de marketplace Shopee, Aliexpress, Amazon, Americanas, Magalu, Mercado Livre e Via, responsável pelas bandeiras Ponto e Casas Bahia, por venda de produtos ilegais. O número de reclamações no país ultrapassou 20 mil no site consumidor.gov e 360 mil na plataforma Reclame Aqui. Segundo o Procon, a Shopee é campeã de reclamações, com 1,3 mil. Entre as queixas, estão pedidos de reembolso, constatações de falsificação e denúncias de irregularidades por parte dos fornecedores que não enviam nota fiscal.

07/08/23

Imagem: AliExpress adere programa Remessa Conforme

O AliExpress, empresa do grupo Alibaba, protocolou o pedido para adesão ao Remessa Conforme, programa do Governo Federal que oferece isenção do imposto federal de importação nas compras internacionais abaixo de US$ 50. Com isso, os impostos serão cobrados diretamente no site do marketplace. "A adesão ao Remessa Conforme é uma maneira de garantirmos previsibilidade, transparência e segurança para os milhares de brasileiros que usam nossa plataforma diariamente para suas compras", afirma Felipe Daud, diretor de políticas públicas do Alibaba Group para a América Latina.

31/08/23

Imagem: Alibaba quer instalar lockers no Brasil

O grupo Alibaba, dono do AliExpress, planeja instalar 5 mil lockers no Brasil. Até março de 2024, o braço logístico Cainiao pretende ter 1,5 mil armários em operação nas ruas de São Paulo. No modelo, os entregadores inserem um código nos lockers e colocam o pedido na porta que foi aberta. Por sua vez, o consumidor recebe um aviso através de aplicativo, informando que o produto já está disponível no armário, e libera a porta através de QR Code. Outra novidade do Alibaba é um projeto voltado à exportação de produtos brasileiros para a China.

03/04/23

Imagem: Governo quer cobrar taxa de marketplaces chineses

O Governo Federal e o Congresso Nacional vêm estudando a possibilidade de cobrar impostos de mercadorias importadas de sites de e-commerce chineses, como Shein, Shopee e Aliexpress. A intenção é inibir a concorrência de produtos provenientes da China e, consequentemente, estimular as vendas de varejistas brasileiros. Entre as propostas, estão incluir a taxação na reforma tributária em discussão no Congresso e estabelecer a cobrança do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) sobre as vendas dos e-commerces chineses.

27/03/23

Imagem: Varejo pede taxação de marketplaces chineses

Varejistas brasileiros estão se articulando para solicitar ao governo federal que e-commerces estrangeiros, como Shein, Shopee e AliExpress, sejam taxados no país. O argumento é de que as plataformas não pagam tributos e não respeitam regulamentações de segurança e antipirataria. A estimativa é que a evasão fiscal dessas empresas gire em torno de R$ 14 bilhões anuais. O movimento tem a participação de entidades como Associação Brasileira de Varejo Têxtil (Abvtex), Associação Brasileira de Lojistas Satélites (Ablos) e IDV.

27/02/23

Imagem: Alibaba acelera lojistas brasileiros no exterior

O grupo Alibaba, que controla a plataforma AliExpress no Brasil, fechou um acordo com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para promover serviços e produtos brasileiros no exterior. A parceria pretende desenvolver soluções de e-commerce, acelerar a transformação digital de empresas brasileiras e capacitar empreendedores nacionais para vendas internacionais. O Alibaba deverá facilitar a exposição das empresas brasileiras em canais digitais que permitam o acesso a clientes nos mercados asiático e global. O acordo também prevê a organização de programas de aceleração.

14/09/22

Imagem: AliExpress dobra número de usuários ativos

Com a crescente adesão aos marketplaces estrangeiros, o Brasil já é considerado um dos principais mercados para diversas plataformas, como o AliExpress, que recentemente elevou de 6 para 8 o número de voos fretados semanais que trazem pedidos para o país. "O AliExpress atua em mais de 220 países e territórios do mundo e, mesmo neste contexto global, o Brasil figura entre os três maiores mercados consumidores de nossa plataforma. O Brasil é, ainda, um dos mercados, no mundo, que apresenta maior crescimento em compras online", afirma Felipe Zmoginski, Gerente de Comunicação e Marketing Brasil, com exclusividade ao Jornal Giro News.

12/07/22

Imagem: Marketplaces Internacionais Não Serão Taxados

Os aplicativos de marketplace internacionais não receberão taxação em suas vendas. Segundo informações de mercado, o Ministério da Economia estaria preparando uma medida provisória para endurecer as regras de tributação de plataformas como Shopee, AliExpress, Wish e Shein. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que não assinará a medida provisória (MP) para taxação de compras por aplicativos. Ainda de acordo com informações de mercado, a MP seria resultado de uma demanda de varejistas brasileiros.

23/05/22