Em um cenário de recuperação no segundo semestre, sobretudo pelo Dia das Crianças, a Associação Brasileira dos Fabricantes do Brinquedo (ABRINQ) prevê fechar o ano com crescimento em torno de 5%, atingindo cerca de R$ 10 bilhões.
03/10/24
Em um cenário de recuperação no segundo semestre, sobretudo pelo Dia das Crianças, a Associação Brasileira dos Fabricantes do Brinquedo (ABRINQ) prevê fechar o ano com crescimento em torno de 5%, atingindo cerca de R$ 10 bilhões.
03/10/24
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (ABRINQ) tem expectativas positivas para o setor no segundo semestre, que costuma garantir mais de 60% das vendas do ano. O período é analisado como o mais forte para o segmento, com o Dia das Crianças e o Natal. A expectativa é que o crescimento fique entre 3,5% e 5%, com mais de R$ 11 bilhões de faturamento. Por ano, a indústria lança de 1.300 a 1.700 novos brinquedos, entre linhas de veículos, reprodução do mundo real, blocos, bonecas, jogos, pelúcia, fantasias e puericultura. "O foco está na inovação e diversificação", diz Synésio Costa, presidente da ABRINQ.
29/09/25
Embora a realidade atual seja de um cenário favorável, o crescimento da onda virtual já foi um grande desafio para as fabricantes de brinquedos, que precisaram se adaptar. A chave da mudança foi unir as experiências em um único brinquedo. E isso pôde ser feito de várias formas. "A melhor forma de lidar com essa realidade é oferecendo em alguns itens uma ligação, onde parte da brincadeira passa por comprar um brinquedo para que libere, em um mundo virtual, acesso a games. Assim estimulamos a compra dos brinquedos também", conta Ricardo Wako, gerente de Marketing da Hasbro, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.
16/03/18
A maior discussão que ronda o mercado de brinquedos é sobre o impacto do mundo virtual na venda de brinquedos reais. Um fato inegável é que as crianças têm se apegado aos games virtuais em consoles, tablets e celulares cada vez mais cedo e com mais frequência. Mas para Synésio Batista da Costa, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (ABRINQ), esse movimento já não impede em nada o crescimento do setor. "A criança brasileira é muito hiperativa, ela gosta de brincar com coisas e não que as coisas brinquem com elas", disse em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.
16/03/18