*Por Fernando Gambôa Em março do ano passado, quando as medidas de restrição de circulação começaram a vigorar na maior parte dos estados brasileiros, tivemos, o que chamamos em gestão de riscos, do surgimento de um cisne negro, um evento único. Tratava-se do pior pesadelo do varejo brasileiro, que veio à tona com o fechamento das lojas. Isso significou a interrupção abrupta das vendas. Neste cenário, a primeira pergunta foi a seguinte: como seguir? E a resposta veio rapidamente a até naturalmente, seguir por meio do comércio digital.
07/07/21
