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Pão de Açúcar Investe R$ 110 mi em Logística

Depois de acumular 1.080 lojas com a compra do Ponto Frio e a fusão com a Casas Bahia, o grupo Pão de Açúcar tem pela frente um desafio: não errar o passo da logística. No decorrer de 2010 a companhia ampliou em 30% sua capacidade logística, com investimentos que somaram R$ 110 milhões. Uma das principais mudanças no abastecimento diz respeito ao armazenamento dos produtos. Pela primeira vez, o varejista está separando, em diferentes centros de distribuição, produtos de alto e de baixo giro.

Depois de acumular 1.080 lojas com a compra do Ponto Frio e a fusão com a Casas Bahia, o grupo Pão de Açúcar tem pela frente um desafio: não errar o passo da logística. No decorrer de 2010 a companhia ampliou em 30% sua capacidade logística, com investimentos que somaram R$ 110 milhões. Uma das principais mudanças no abastecimento diz respeito ao armazenamento dos produtos. Pela primeira vez, o varejista está separando, em diferentes centros de distribuição, produtos de alto e de baixo giro.

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Mudança



No depósito da Rodovia Raposo Tavares, em São Paulo, agora estão concentrados somente os itens que exigem maior número de reposições nas gôndolas. Esta mudança simples vai aumentar a eficiência do varejista e a tendência é que o índice de ruptura, quando o cliente não encontra um produto na prateleira, diminua nas lojas. No resumo: os produtos devem demorar menos tempo para chegar aos supermercados. “Alto giro não pode mais competir com baixo giro. A rotina dos veículos também muda. No depósito dos produtos de alto giro, agora só circulam veículos menores”, diz Marcelo Lopes, diretor executivo da cadeia de suprimentos do grupo Pão de Açúcar. Como explica Paulo Fleury, diretor do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), cada tipo de produto exige uma logística diferente. “Até a tecnologia usada deve mudar de acordo como tipo de produto. Os supermercados vendem de verduras a eletroeletrônicos, assim, quanto maior a eficiência da logística, melhor para a operação”, afirma. (Brasil Econômico)

20/01/2011

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