Mercado de conveniência ultrapassará US$ 1 trilhão em 2026
Globalmente, o mercado de conveniência deve ultrapassar US$ 1 trilhão em 2026, com crescimento anual de 8,6%, e chegar a US$ 1,48 trilhão em 2030, segundo dados do relatório de Convenience Stores Market. O levantamento ainda aponta para uma tendência global: o consumidor não abre mão da praticidade, e o varejo acompanha. A busca por conveniência está impulsionando novos formatos de negócio que aproximam produtos e serviços dos clientes, como o varejo de superproximidade. Os “mercadinhos de condomínio” agora se estendem para empresas, universidades e outros espaços urbanos, refletindo a demanda por praticidade e conveniência.
Centralização no avanço tecnológico
Para Douglas Pena, sócio-fundador e CRO da Minha Quitandinha, startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercado autônomo de superproximidade, esse movimento mostra como o varejo está se reinventando, criando novos formatos mais próximos do dia a dia do consumidor e abrindo oportunidades para empreendedores explorarem modelos tecnológicos. "O avanço tecnológico está no centro do protagonismo do setor de conveniência. Antes, esse segmento se limitava a lojas em postos de gasolina, por exemplo, mas hoje, com os pagamentos digitais e o varejo de superproximidade, os produtos chegam ao hall do prédio, ao saguão da empresa e até à sala ao lado da universidade. Buscamos novas frentes de negócio para nos aproximar cada vez mais do consumidor, e os resultados mostram que há uma demanda crescente por esse tipo de serviço", comenta o sócio-fundador da Minha Quitandinha.
Fatores de crescimento para o setor
Ainda segundo o estudo, a expansão do modelo é impulsionada por fatores como adoção de tecnologias de pagamento inteligente, crescimento do varejo omnichannel, ampliação do horário de funcionamento das lojas e otimização estratégica de locais. Para Douglas Pena, investir em formatos que aproximem produtos do dia a dia das pessoas é uma tarefa indispensável para quem atua no varejo. "Quem empreende hoje precisa estar atento a essas mudanças e pensar em como levar conveniência e agilidade para o consumidor", reflete.
