Ceia de Natal Mais Requintada
A melhora do poder de compra das classes populares e a variação do câmbio, que puxou para baixo o custo de alguns produtos, resultará em uma procura 20% maior por importados na ceia de Natal, em comparação com o ano passado. Para a Associação Paulista de Supermercados (APAS) os preços dos importados terão queda de aproximadamente 5% neste ano, principalmente em razão da valorização do real ante o dólar. A expectativa global das vendas para o Natal é de um volume 10% superior ao ano passado.
A melhora do poder de compra das classes popularesea variação do câmbio, que puxou para baixo o custo de alguns produtos, resultará em uma procura 20% maior por importados na ceia de Natal, em comparação com o ano passado. Para a Associação Paulista de Supermercados (APAS) os preços dos importados terão queda de aproximadamente 5% neste ano, principalmente em razão da valorização do real ante o dólar. A expectativa global das vendas para o Natal é de um volume 10% superior ao ano passado, tendo em vista a economia estável ea ascensão das classes populares. O consumo de importados não-alimentos (brinquedos, eletrônicos, etc.) deverá crescer perto de 30% e os alimentícios cerca de 10%.
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Panetone será destaque
O panetone será o símbolo da entrada destes novos consumidores no mercado natalino, tendo em vista que em outros natais muitos almejavam o produto, mas não conseguiam comprá-lo. A expectativa do setor supermercadista para as vendas de panetones neste ano aponta para um aumento do consumo próximo de 10% em relação ao ano anterior, chegando ao patamar de 50 mil toneladas no Brasil, 40 mil das quais deverão ser vendidas nos supermercados. A APAS estima que metade da produção anual de panetone, produto considerado um fenômeno urbano, deverá ser devorada pelos paulistas após a 2ª parcela do 13º salário (dia 20), o que deverá elevar os preços do produto neste período mais próximo ao Natal. Hoje, 55% do mercado de panetones é de frutas e 45% à base de chocolate. “Os consumidores jovens preferem o de chocolate, por isso as novidades serão maiores neste segmento”, aponta Moreira. A participação das marcas próprias dos supermercados deverá ter procura 18% mais elevada. Além dos tradicionais panetones, também cresce muito a demanda por alimentos específicos da época, como carnes, aves, tender, bacalhau, frutas secas, bebidas e azeite.
