Atuação Sem Limites
Seguindo uma tendência de varejistas internacionais, que ampliaram o ramo de atuação da marca para deixar de ser apenas um ponto de venda especializado em produtos alimentícios, a Coop deve colocar em prática este ano o seu projeto, oficializado em 2009, de instalar postos de combustíveis nas ruas e em unidades já existentes da rede, algo já praticado por redes brasileiras como Pão de Açúcar, Carrefour, Walmart e Makro.
Seguindo uma tendência de varejistas internacionais, que ampliaram o ramo de atuação da marca para deixar de ser apenas um ponto de venda especializado em produtos alimentícios, a Coop deve colocar em prática este ano o seu projeto, oficializado em 2009, de instalar postos de combustíveis nas ruas e em unidades já existentes da rede, algo já praticado por redes brasileiras como Pão de Açúcar, Carrefour, Walmart e Makro.
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Evolução no Varejo
É nítido o movimento do varejo brasileiro para o caminho de investir em novos espaços, serviços e mercados, a começar pelo incremento no mix de eletros, em geral, nos hipermercados, além da instalação de farmácias com bandeiras poderosas, como Carrefour, Extra, Bom Preço, Covabra, Modelo, além da própria Coop. (Clique no nome dos supermercadistas e veja matérias já realizadas sobre a atuação deles no ramo farmacêutico).
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Em Prol da Praticidade
Este investimento em diversos formatos, mesmo que de modelos totalmente diferentes um do outro, é intitulado por muitos de “power center”, que reúne num mesmo terreno serviços diferenciados e complementares ao consumidor. A ideia do conceito é concentrar num mesmo espaço uma série de soluções para as necessidades do cliente, aumentando o fluxo de pessoas e potencializando a força da marca e das vendas.
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Investimento
Para a entrada no mercado de postos de combustível, a Coop planeja injetar R$ 3 milhões em seu projeto, que prevê a abertura de três postos ainda este ano. Dois deles serão instalados em Santo André e outro Tatuí, ambos no interior de São Paulo. Os terrenos, que tiveram pedido de concessão realizado em 2009, dependem apenas de aprovação das prefeituras para que comecem as obras.
