A Expansão do Modelo D2C nas Indústrias e Sua Relação com E-commerces
*Por
Stallin Silva,CEO da Stoom
Dentro da rotina corporativa,
termos como B2B (Business to Business) e B2C (Business to Consumer)
são discutidos com frequência, representando dois formatos consolidados de se
trabalhar o setor de vendas. Frente ao avanço de novas ferramentas, um outro
modelo tem se expandido entre as empresas, especialmente as que compõem o
quadro industrial do país. O D2C (Direct to Consumer) traz a
possibilidade de vender produtos diretamente ao consumidor final, surgindo como
uma alternativa extremamente promissora para indústrias, distribuidoras e
importadoras.
Nesse sentido, para que a
teoria seja refletida na prática, em um projeto comercial que chegue ao
público-alvo e provoque os resultados objetivados pela companhia, é preciso
contar com uma plataforma de vendas adequada e compatível com essa finalidade.
Não seria incoerente afirmar que o e-commerce abre portas para uma
cultura D2C, como uma opção acessível, com alto custo-benefício e um alcance
capaz de atingir uma grande quantidade de usuários.
O que justifica o
sucesso do D2C?
Por muito tempo, sob a ótica
de indústrias brasileiras, grande parte dos projetos comerciais se resumiam à
venda para intermediários. Não por acaso, afinal, estruturar um espaço físico
capaz de suportar as demandas requer um orçamento elevado, além de uma expertise
que costuma fugir do campo de produção. Com a transformação digital abraçando
segmentos importantes do meio empresarial, um dos braços comerciais passou a
reformular esse cenário, democratizando a oportunidade de comercializar
determinados bens e serviços.
Sem exigir um investimento
alto, o sistema de e-commerce é ideal para organizações que possuem
produtos estabelecidos no mercado e desejam potencializar suas relações com os
clientes, de modo personalizado, assertivo e que crie vínculos proveitosos para
o futuro. Por meio de um planejamento estratégico que defina uma persona e
apresente ações condizentes com todas as exigências identificadas, a empresa
demonstrará condições de oferecer experiências enriquecedoras ao usuário,
aumentando as chances de um processo de fidelização ocorrer. Assim, entramos
também no omnichannel que, hoje, começa a ser visto como um caminho
valorizado que visa, à frente de tudo, promover e acompanhar a jornada e
experiência do consumidor.
Para que esse passo a passo
aconteça de acordo com as expectativas depositadas no comércio eletrônico, é de
suma importância contar com uma solução robusta e confiável, com elementos de
customização preparados para se adaptar ao comportamento do consumidor. Isso
implica, ainda, em ter como apoio uma tecnologia que consiga desenvolver novas
funcionalidades, fato que nos leva ao último tópico.
E-commerce
traduz potencial em ganhos significativos
Converter o conceito de D2C em
uma realidade inovadora pode parecer distante para indústrias com pouca
proximidade em relação ao universo digital. Esse contexto bastante recorrente
no Brasil expõe a relevância do momento de contratação, no qual o gestor deve
se atentar a detalhes e características que credenciem o provedor do e-commerce.
Após a estruturação da loja online,
levando em consideração o background estável de produção ou até mesmo em
patamar de crescimento, será possível explorar todo o potencial da marca por
via de ações de marketing e suas vertentes estratégicas, explorando,
inclusive, canais de web e outros aplicativos.
Concluindo o artigo, hoje, é
perceptível a existência de plataformas de e-commerce disponíveis para a
área industrial. Porém, também é fundamental adotar uma postura criteriosa
quanto à solução escolhida, a fim de garantir que a etapa de transição para um novo
modelo comercial seja conduzida com excelência e profissionalismo, agregando
valor à relação com o consumidor final e contribuindo para um estágio avançado
de comunicação e vendas.
