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Programa `Leite Legal´ Deve Padronizar Produção no Brasil

O “Leite Legal – Produção de qualidade” é uma iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em convênio com o Ministério da Agricultura, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). O programa está sendo lançado em todo o Brasil com o objetivo de padronizar a produção de leite de acordo com a Instrução Normativa 62 (IN-62) e, por isso, contará com parcerias das cooperativas agropecuárias e das agroindústrias. A intenção é capacitar, em dois anos, 200 instrutores e 81 mil produtores no País. O investimento nacional do governo, do Sebrae e do Senar será de R$ 27 milhões de reais.

O “Leite Legal – Produção de qualidade” é uma iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em convênio com o Ministério da Agricultura, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). O programa está sendo lançado em todo o Brasil com o objetivo de padronizar a produção de leite de acordo com a Instrução Normativa 62 (IN-62) e, por isso, contará com parcerias das cooperativas agropecuárias e das agroindústrias. A intenção é capacitar, em dois anos, 200 instrutores e 81 mil produtores no País. O investimento nacional do governo, do Sebrae e do Senar será de R$ 27 milhões de reais.

Leites Adulterados


A padronização deve facilitar ainda o trabalho de inspeção de agentes responsáveis em verificar a qualidade dos produtos e possíveis adulterações durante a produção como diversos casos divulgados recentemente. A Brasil Foods, por exemplo, foi condenada no início deste mês após o Ministério Público do Rio Grande do Sul constatar a presença de formol em dois lotes da linha de leite UHT rico em cálcio da Batavo. Além disso, foi divulgado ontem a prisão de ex-diretores e ex-funcionários da Casmil (Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro) pelo caso de contaminação ocorrido na empresa em 2007, quando foram acrescentados soda cáustica e ácido nítrico para aumentar o volume e o prazo de validade dos produtos. Em maio deste ano, as marcas Italac, Mu-Mu e Latvida foram acusadas por comercializarem leites contaminados com formol e ureia, também no Rio grande do Sul.

12/07/2013

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