Mercado Erótico: Quebra de Tabus Eleva Potencial

As compras de produtos eróticos ainda são lideradas pelas mulheres através da internet. E é diante desse cenário que muitos enxergam a possibilidade de investir num sex shop. Confira na entrevista exclusiva com Paula Aguiar, presidente da ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico) detalhes e curiosidades que você precisa saber caso esteja de olho nesse mercado ou já tem seu próprio negócio. “Apesar da internet ser o principal canal de venda (57%), a consultoria domiciliar (18%), vem demonstrando ser um canal de futuro promissor, desde o advento do filme De Pernas Pro Ar, em 2011”, afirma Paula Aguiar.
As compras de produtos eróticos ainda são lideradas pelas mulheres através da internet. E é diante desse cenário que muitos enxergam a possibilidade de investir num sex shop. Confira na entrevista exclusiva com a presidente da ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico), em parceria com a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), detalhes e curiosidades que você precisa saber caso esteja de olho nesse mercado ou já tem seu próprio negócio. “Apesar da internet ser o principal canal de venda (57%), a consultoria domiciliar (18%), vem demonstrando ser um canal de futuro promissor, desde o advento do filme De Pernas Pro Ar, em 2011”, afirma Paula Aguiar.
Sex Shop: Virtual X Físico
Pela disposição de pesquisa, abrangência e principalmente privacidade, a internet representa o canal mais bem estruturado, já que demanda menos investimento e é mais rápido e fácil. O potencial das lojas físicas também está em crescimento. Na última década houve aumento de 262,96% na permanência dos clientes nos sex shops. “A quebra de preconceitos ou mesmo a diminuição do desconforto de permanecer numa loja cercada de itens para o sexo é visível, muito devido à mudança de perfil de consumo destes produtos no país, tendo na mulher o grande reflexo desta transformação”, explica.
Shopper: As Mulheres Continuam na Liderança
As lojas físicas tradicionais ou mesmo boutiques especializadas em sensualidade chegam a atender 68% do público feminino, enquanto que as lojas de lingerie chegam a até 80%. A surpresa fica por conta das consultoras domiciliares que tem como cliente principal as mulheres, representando o maior percentual do setor (90%) no atendimento. Segundo Paula, “o que acontece é que independente de quem comprou, ou de qual canal de compra, o produto é usado pelo casal em 95% dos casos”.
50 Tons de Cinza
Com a disparada do dólar e a inflação, o mercado erótico brasileiro vem desacelerando desde o ano passado, onde registrou crescimento de 8%, abaixo do esperado, mas a presidente estima alta nas vendas com o lançamento de filme erótico. “Aguardamos uma retomada no final deste ano e início de 2015, com o lançamento do filme 50 Tons de Cinza (previsão para 14 de fevereiro), como ponto alto do período”, estima a presidente da ABEME. Todos os meses são inaugurados de 3 a 4 pontos de vendas no País, seja físico ou virtual.