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Varejo Paulista Deve Iniciar Recuperação em 2017

Estimativa

Destaque Varejo Paulista Deve Iniciar Recuperação em 2017
Destaque Varejo Paulista Deve Iniciar Recuperação em 2017

Segundo estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), após dois anos seguidos de queda, o faturamento do comércio varejista no Estado de São Paulo deve registrar crescimento de 1% em 2017, com uma receita total de vendas de R$ 583,4 bilhões. De acordo com a Entidade, a recuperação das vendas deve ser um processo longo e bem gradual, porém, para o Estado de São Paulo é esperada uma recuperação mais rápida do que para o Brasil. Entre as 16 regiões analisadas pela Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), da FecomercioSP, Araraquara (8%), Marília (6%) e Litoral (6%) apresentarão os melhores desempenhos em 2017. Já as regiões de Osasco (-14%), Bauru (-3%) e Guarulhos (-1%) serão as únicas que devem exibir retração nas vendas no próximo ano.

Varejo Deve Fechar 2016 Sem Crescimento

Ainda segundo a Entidade, o comércio varejista do Estado de São Paulo deverá registrar, no final de 2016, uma taxa nula de crescimento, com faturamento real acumulado de R$ 580 bilhões. Conforme a FecomercioSP, diferentemente de 2015, quando o varejo em todas as regiões apresentou quedas anuais nas vendas, em 2016 a estimativa é que 11 das 16 regiões registrarão crescimento no faturamento real acumulado no ano.

Natal Deve Ter Queda de 0,3% Este ano

As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo devem registrar leve queda de 0,3% em dezembro em relação ao mesmo período de 2015, e o faturamento real deve atingir R$ 59,1 bilhões no mês. Das nove atividades que englobam a pesquisa, as quedas mais expressivas comparadas a dezembro de 2015 devem ser observadas em eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-19,3%) e lojas de móveis e decoração (-11,1%). Os segmentos que deverão registrar os melhores desempenhos no mês do Natal são farmácias e perfumarias (9,2%) e autopeças e acessórios (7,7%).

06/12/2016

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Escrito por Débora

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