Queensberry Ingressa em Nova Categoria
A Queensberry, fabricante de geleias e líder do mercado nacional com 35% de participação de acordo com a Nielsen, está se preparando para ingressar na categoria de alimentos preparados à base de frutas . Segundo informações do jornal Brasil Econômico, entre agosto e início de setembro, a Queensberry vai iniciar uma ação de degustação no estado de São Paulo para verificar a aceitação do smoothie, alimento espesso feito a partir da combinação de seis a sete frutas batidas, sem adição de água ou açúcar, como a versão de frutas silvestres, que combina morango, ameixa, cereja, framboesa, maçã, cranberry e romã.
A Queensberry, fabricante de geleias e líder do mercado nacional com 35% de participação de acordo com a Nielsen, está se preparando para ingressar na categoria de alimentos preparados à base de frutas. Segundo informações do jornal Brasil Econômico, entre agosto e início de setembro, a Queensberry vai iniciar uma ação de degustação no estado de São Paulo para verificar a aceitação do smoothie, alimento espesso feito a partir da combinação de seis a sete frutas batidas, sem adição de água ou açúcar, como a versão de frutas silvestres, que combina morango, ameixa, cereja, framboesa, maçã, cranberry e romã.
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Tendência Saudável
O alimento cujo valor energético e vitaminas equivale ao consumo de duas frutas virou tendência na Alemanha, na Inglaterra e na França no último ano. Segundo a fabricante de geléias, o objetivo da Queensberry é pegar carona na crescente onda de produtos saudáveis. Na fase piloto, que teve início há dois meses e se encerra no próximo mês, o Smoothie Queensberry com preço sugerido de R$ 6 vem sendo oferecido em espaços mais sofisticados de São Paulo como Varanda, Empório Santa Maria, e Natural da Terra.
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Público-alvo e concorrentes
Com o início da fase teste, o intuito da fabricante é atingir o maior número de pontos de venda possível. Embora a Queensberry defina seu produto como premium, o que significa que seu maior consumo virá dos públicos A e B, a verdade é que a empresa acabará brigando com fabricantes de suco de frutas, mesmo que o seu produto não seja exatamente o mesmo. Segundo a Nielsen, de janeiro a maio deste ano, o varejo de sucos prontos, que inclui desde bares até supermercados, faturou R$ 2 bilhões com o produto.
