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GfK Aponta Alta na Compra de Produtos Eletrônicos

Segundo dados da GfK Retail and Technology, de janeiro a agosto deste ano, os três produtos eletrônicos que mais cresceram no Brasil, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, foram: TVs de tela fina, computadores portáteis e câmeras digitais. A empresa apresentou dados que demonstram a movimentação do mercado de bens duráveis no País, destaque para o setor de eletrônicos em 2010. Clique em Leia Mais e veja o texto completo.

Segundo dados da GfK Retail and Technology, de janeiro a agosto deste ano, os três produtos eletrônicos que mais cresceram no Brasil, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, foram: TVs de tela fina, computadores portáteis e câmeras digitais. A empresa apresentou dados que demonstram a movimentação do mercado de bens duráveis no País, destaque para o setor de eletrônicos em 2010. O resultado confirmou a previsão realizada pela GfK no ano passado, que refletia a preferência da população pela compra desses itens nos seis meses seguintes.

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Eletrônicos preferidos

Detalhes do estudo atual indicam um incremento de 85% na compra de TVs de tela fina (LCD, Plasma e LED) em relação ao mesmo período no ano passado. Esse crescimento já havia sido sinalizado na pesquisa de 2009, quando 16% dos entrevistados demonstraram intenção em adquirir esse produto.

O aumento da procura por computadores portáteis foi igualmente previsto pelos números colhidos pela GfK, quando 16% das pessoas expressaram intenção de adquirir notebook e netbooks num prazo de seis meses. Se comparados aos números identificados entre os meses de janeiro e agosto de 2009, o incremento foi de 57% nas vendas desses aparelhos.

As visitas às prateleiras das câmeras digitais também foram intensificadas em 2010. Segundo a análise, as vendas saltaram para 51% e, assim como os outros dois artigos, liderava as pretensões de compras com 15% das citações. Foram as câmeras, inclusive, a maior surpresa no volume de compras. De janeiro a agosto de 2009, foram vendidas 1,4 milhão de unidades; no mesmo período de 2010, o número subiu para 2,1 milhões.

Por outro lado, se na Europa as câmeras profissionais ou semi-profissionais já estão consolidadas, no Brasil ainda representam uma pequena parcela do mercado, com apenas 1% das vendas. Relaciona-se a tímida porcentagem ao alto custo do produto, aspectos culturais e taxação de impostos.

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Autosserviço e aspectos regionais

Outro destaque é a força que o canal autosserviço (hipermercados, supermercados e lojas de departamento) tem ganhado. Do total de vendas de câmeras digitais, tanto a base de pilhas como de bateria, por exemplo, o canal tem sido responsável por cerca de 22% do mercado no acumulado de janeiro a agosto 2010. Aspectos regionais também têm tido bastante influência no desempenho positivo do segmento de câmeras digitais. O Nordeste, por exemplo, concentrou 21% de tudo o que foi vendido no Brasil entre janeiro e agosto de 2010.

15/12/2010

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