Pular para o conteúdo
Exclusivo GiroNews
Imagem em destaque

CCRR Foca RFID e Sustentabilidade Para Crescer

Arrumando a Casa

Destaque CCRR Foca RFID e Sustentabilidade Para Crescer

A empresa de tecnologia e autoadesivos passa por um momento estratégico, conseguindo colocar na prática e na sua rotina operacional o que foi pensado e planejado na chegada de Fernando A. Becker à presidência, em janeiro de 2014. "A CCRR passou por um período de mudanças, com junções e negociações entre 2011 e 2013. Porém, existia um problema para integrar tudo isso e eu cheguei com o objetivo de direcionar a companhia para este caminho. Ainda tem muito para fazer, mas já é possível mensurar alguns ganhos pelo que já foi feito", afirma o presidente da CCRR, que cresceu 17% em 2014.

Negócios em Foco
Segundo Becker, hoje a empresa já consegue ter uma unidade e, com isso, assumir um posicionamento mercadológico. "Identificação, controle e apresentação são as palavras-chaves no nosso negócio. Com isso em mente, vamos apresentar aos clientes tudo que podemos fornecer para contribuir com sua operação e rentabilidade", disse. Os focos serão a área de RFID, que reduz perdas, monitora prazos de validade e traz um ganho direto para o cliente varejista, além da sustentabilidade. "Nós estamos fazendo um esforço para reduzir materiais, algo que melhora nossa operação e, consequentemente, o impacto ambiental. Estamos aumentando o tensionamento das bobinas, para colocar mais papel e usar menos bobinas, e estamos diminuindo o volume de materiais que são descartados após o uso, por exemplo, a base das etiquetas, que não tem nenhum aproveitamento", completa.

Desafios
Resolver os problemas operacionais que ainda existem na CCRR e ir atrás das oportunidades são desafios muito maiores do que a macroeconomia, segundo ele. Outro grande fator é o entendimento de soluções que a empresa oferece, como o RFID. "O varejo ainda tem um pouco de dificuldade de entender o conceito. É preciso entender que isso é um investimento para melhorar seu desempenho e não um gasto. Inclusive, hoje esse tipo de tecnologia está de 15% a 20% mais barato que alguns anos atrás", concluiu.

26/05/2015

Compartilhar

Notícias em destaque