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Alteração de Iodação no Sal Deveria Esperar, Diz Indústria

A Anvisa aprovou a adoção de novos valores para a adição de iodo no sal para consumo humano no Brasil. Atualmente a faixa varia de 20 a 60mg/kg. A proposta é reduzir para 15mg/kg a 45 mg/kg. Para profissionais do setor, a mudança não deveria entrar em vigor agora. “Aparentemente a Anvisa está tomando a decisão sem apoio de dados consolidados. Há uma pesquisa sobre o assunto, chamada de PNAISAL, cujo objetivo é avaliar o impacto da iodação na população e que está para ter os dados divulgados. Por que não esperar esses dados para a tomada da decisão?”, questiona Aurenio Ribeiro, responsável técnico do Sal Cisne.

A Anvisa aprovou a adoção de novos valores para a adição de iodo no sal para consumo humano no Brasil. Atualmente a faixa varia de 20 a 60mg/kg. A proposta é reduzir para 15mg/kg a 45 mg/kg. Para profissionais do setor, a mudança não deveria entrar em vigor agora. “Aparentemente a Anvisa está tomando a decisão sem apoio de dados consolidados. Há uma pesquisa sobre o assunto, chamada de PNAISAL, cujo objetivo é avaliar o impacto da iodação na população e que está para ter os dados divulgados. Por que não esperar esses dados para a tomada da decisão?”, questiona Aurenio Ribeiro, responsável técnico do Sal Cisne.

O presidente do SINDISAL (Sindicato da Indústria de Refinação e Moagem de Sal), Luiz Cesio Caetano Alves, afirma que a redução já estava prevista, mas que “ficou combinado que se aguardaria o resultado da pesquisa (que deveria ter saído no final de 2012) para que pudesse haver um embasamento mais técnico na decisão”.

Adequações

Segundo o responsável técnico da Sal Cisne, para as empresas conseguirem colocar a medida em ação, terão que adequar equipamentos e métodos de controle, porém “não são todas as empresas que têm condições de obter precisão sobre a quantidade correta de iodo no sal”. Já o presidente afirma que 90 dias é um prazo suficiente para a adequação. “O processo de controle de adição de iodo nas empresas deve ser mais apurado, para isso precisam fazer somente adequação nos equipamentos”, conclui.

18/04/2013

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Escrito por ingrid arrais cruz

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