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Divino Fogão investe em dark kitchen para crescer no interior

Delivery em Foco

Durante a pandemia, a rede de restaurantes desenvolveu o modelo de dark kitchens, que são cozinhas invisíveis destinadas ao delivery. Hoje, são 15 operações no País, duas delas em Minas Gerais, sendo uma em Varginha, no Sul do Estado, e outra em Belo Horizonte, que começou a operar em julho. "Estamos em negociação com Uberlândia e Contagem", revela o diretor da Guersola Consultoria, Flávio Guersola. Em formato de licenciamento, o projeto dark kitchen demanda um investimento inicial de R$ 19,5 mil, valor que contempla compra de insumos para produção, uso de marca, embalagem, marketing e treinamento. "Além da marca Divino Fogão, o licenciado tem a opção de trabalhar com mais duas marcas da rede, o Box Divino e a Fazenda das Delícias", diz.

Além disso, diferente das unidades do modelo tradicional de negócio, que é focado em praças de alimentação de shopping centers, as dark kitchens representam para a empresa uma oportunidade de levar a marca para regiões que não contam com centros comerciais, podendo ingressar em cidades de menor porte, com 40 mil ou 50 mil habitantes. "A vantagem desse modelo é agilidade, após concluído o licenciamento, já é possível operar em 30 dias", observa Guersola. Com mais unidades abertas no decorrer do ano, o diretor de planejamento e novos negócios do Divino Fogão, Rodrigo Varela, diz que o primeiro semestre foi positivo para a rede, com crescimento de 16% no número de clientes frente ao mesmo intervalo de 2022.

Fonte: Diário do Comércio

17/08/2023

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