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Imagem: Pandemia Gera Abertura de 107 Mil Lojas Virtuais

O Brasil passou a contar com 107 mil novos e-commerces desde o início do isolamento social, em março. No período, o país abriu mais de uma loja virtual por minuto. Os dados são de um levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) entre os dias 23 de março e 31 de maio. Antes da quarentena, a média de abertura de lojas na internet era de 10 mil estabelecimentos por mês. No ranking de novos sites, os setores que lideraram a abertura foram moda, alimentos e serviços. De acordo com a entidade, o canal recebeu 2 milhões de novos consumidores apenas na quarentena. O movimento elevou em 40% as vendas online.

08/06/20

Imagem: Plataformas Digitalizam Vendas de Comércios

Com a pandemia, empresas se propõem a digitalizar as vendas de pequenos negócios com a liberação de serviços gratuitos. A Wabi, por exemplo, estreia no Brasil com um aplicativo focado em comércios de bairro. Desenvolvida pela YopDev, a plataforma é gratuita e possibilita vendas e entregas, sem taxas, em 15 minutos. Já a BettrAds, especializada em automação por inteligência artificial, lançou a plataforma "Venda+", para ajudar pequenas e médias empresas (PMEs) a venderem pela internet. Com mensalidade gratuita nos primeiros 60 dias, o serviço permite criar uma loja virtual em 10 minutos.

05/06/20

Imagem: E-commerce Avança 15,6%, Aponta FecomercioSP

As vendas do comércio eletrônico no estado de São Paulo registraram alta de 15,6% no primeiro trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado, com um faturamento de R$ 5,5 bilhões. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE), elaborada pela FecomercioSP em parceria com a Ebit/Nielsen. No entanto, foi observada uma queda de 4,1% no valor do tíquete médio. Segundo a entidade, o e-commerce representa 3% do total do comércio varejista paulista. No canal online, os bens duráveis concentraram 63,6% do faturamento e tiveram um tíquete médio de R$ 666,11.

05/06/20

Imagem: Panificadora Aquece Vendas com Solução Vendizap

A Mater Padaria Artesanal, localizada em Campo Mourão (PR), implementou uma vitrine virtual da Vendizap, solução para vendas online da Makito Software. Segundo a panificadora, o investimento na ferramenta visa proporcionar organização aos pedidos e agilidade no atendimento. O processo, que anteriormente era feito via WhatsApp, ganhou uma URL personalizada. De acordo com a empresa, a plataforma oferece todas as informações sobre os produtos, centraliza os pedidos realizados em outras redes sociais, envia a solicitação direto ao canal da empresa e possibilita o atendimento de forma personalizada ao final da compra.

03/06/20

Imagem: E-commerce É Mais Barato, Mas Requer Investimento

Com os comércios parcialmente fechados, a adesão ao e-commerce cresce. Mas existem particularidades, claro, entre as despesas e o modo de se operar quando comparado com a loja física. "Os custos são diferentes para os dois casos. Manter uma loja física, seja em um ponto na rua ou em um shopping center, quase sempre vai ser mais caro do que o espaço para a operação do e-commerce. Precisamos também considerar o investimento em marketing. Uma regra de ouro do e-commerce é investir entre 5% a 10% da receita que o lojista pretende alcançar", é o que diz Alejandro Vázquez, Chief Commercial Officer (CCO) da Nuvemshop.

03/06/20

Imagem: 54% Farão Mais Compras Online Após o Isolamento

Após o isolamento social devido à pandemia, 54% dos brasileiros pretendem realizar mais compras online. O dado faz parte do estudo "Marco de Hábitos de Consumo Pós-Covid-19", da agência de comunicação Marco. A pesquisa aponta, ainda, que 65% da população efetuou mais compras via internet desde o mês de março. Na Espanha, o índice ficou em 60% e, na Itália, a taxa chegou a 81%. Entre todos os países pesquisados - Brasil, Espanha, Itália, Portugal, México e Colômbia -, 76% dos cidadãos afirmam que mudaram definitivamente seus hábitos de consumo. Na Itália, 82% dos consumidores pretendem ampliar suas compras no e-commerce.

02/06/20

Imagem: Seis Marketplaces Detêm 71% do Acesso no Brasil

Os marketplaces Submarino, Americanas, Casas Bahia, Magazine Luiza, Amazon e Mercado Livre concentram 71% do volume de acessos a plataformas de e-commerce no Brasil. O dado é de uma pesquisa da SEMrush, empresa de marketing digital, em parceria com a Web Estratégica. As visitas realizadas por meio de dispositivos mobile representam 70,3% dos acessos. Segundo o levantamento, entre as categorias com o maior volume de visitas estão moda & acessórios e saúde & beleza. Em média, cada visitante navega por 4,27 páginas, sendo que nos marketplaces o número pode chegar a 11 páginas.

01/06/20

Imagem: Mercado Livre Tem 5 Milhões de Novos Compradores

"O fato de as pessoas estarem mais em casa levou muitos à primeira compra online", afirma Bruno Guarnieri, Diretor de Marketplace do Mercado Livre no Brasil, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News. Ele pondera: "de 22 de março a 3 de maio de 2020, registramos a entrada de 5 milhões de novos compradores, nas mais diversas categorias de produtos, em toda a América Latina, o que configura um aumento de 45% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. No Brasil, são mais de 2,6 milhões de novos compradores". Isso significa que a pandemia criou novas práticas de consumo, sendo que muitas delas devem se tornar hábitos, permanecendo após este período.

01/06/20

Imagem: E-commerce Mantém o Consumidor Informado e Engajado Seja Qual for o Canal

Com a alta demanda do e-commerce, as empresas estão se adaptando e condicionando seu relacionamento com o consumidor, assim como suas campanhas de marketing, para esta nova realidade. Para Thomas Mansür, head de experience design na D1, empresa de soluções para comunicação multicanal e jornada do consumidor, com exclusividade para o Jornal Giro News, há dois aspectos importantes em relação ao atendimento, pós-venda e experiência de maneira geral. Confira a entrevista completa.

27/05/20

Imagem: Custos São Menores para Operação no E-commerce

Os investimentos necessários para operar no e-commerce são menores do que os custos para manter uma loja física. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, Vitor Magnani, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e da Associação Brasileira Online to Offline, revela quais aspectos devem ser considerados em cada um dos canais. "Para trabalhar no mundo físico, é necessário investir em um estabelecimento e em utensílios para expor os produtos. Há, ainda, custos regulatórios, como alvará de funcionamento. Por outro lado, o digital demanda ferramentas que talvez não seriam usadas numa loja física."

26/05/20