Pular para o conteúdo
Imagem: Inflação Deve Descalerar no 1º Semestre

Sem o choque de alta da energia e combustíveis que alimentou a disparada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos três meses iniciais do ano passado, a inflação tende a começar a desacelerar e voltar à casa de um dígito entre o final do primeiro trimestre e o início do segundo. O IBGE informou que a taxa fechou 2015 em 10,67% e instituições financeiras ouvidas pelo boletim Focus, do Banco Central, tem por enquanto expectativa de que a variação fique em 6,87% em 2016. (Zero Hora - RS)

11/01/16

Imagem: Conta de Luz Pode Cair a Partir de Fevereiro

A conta de luz pode ser reduzida em, aproximadamente, 10% a partir de fevereiro, conforme previsões feitas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Os cálculos indicam que todas as usinas termelétricas, que produzem eletricidade mais cara, poderão ser desligadas no próximo mês, com a exceção das nucleares e de algumas no Nordeste. Assim, a cor da bandeira tarifária mudaria para verde. Atualmente, a cor da bandeira é vermelha, que eleva o custo para o consumidor em R$ 45 por MWh, o que ajudou a encarecer a conta de luz, de um modo geral, em 51,3% nos 12 meses encerrados em novembro, segundo o IBGE. (Folha)

07/01/16

Imagem: Feriados Causarão Prejuízo Bilionário

Segundo um estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), os sete feriados e três pontos facultativos federais que cairão em dias de semana em 2016 causarão um prejuízo de R$ 54,6 bilhões para a indústria de transformação brasileira. Segundo o gerente de Ambiente de Negócios e Infraestrutura do Sistema Firjan, Guilherme Mercês, o valor representa 3,7% do PIB industrial do país. "Em um ano em que a economia não cresce e com essa quantidade de feriados, fica complicado crescer", comentou. Em 2015, o prejuízo foi de R$ 59,9 bilhões, com um feriado a mais em dia de semana.

06/01/16

Imagem: Consumidor Assume Novos Cortes de Despesas

A crise da economia brasileira levou os consumidores a adotarem um novo comportamento em 2016. Se em 2015 reduzir compras e buscar promoções era a prioridade, neste ano, a substituição de marcas e produtos ganha força. Esse movimento, porém, não chega a categorias de produtos de alto valor agregado. Adriano Araújo, diretor da Dunnhumby, diz que há um movimento de racionalização do consumo que atinge todas as classes sociais, mas a compra de alguns itens de alto valor agregado se mantém nas classes A, B e C. "Os produtos premium e as embalagens maiores se mantêm como tendências de consumo para 2016", afirma o diretor. (Valor)

06/01/16

Imagem: Varejo Paulistano Fecha 2015 com Queda de 8%

O comércio varejista da capital paulista fechou o ano de 2015 com queda média de 8% no movimento de vendas frente a 2014, segundo dados da Associação Comercial de São Paulo. Foi o pior desempenho do setor desde o início do Plano Real. As vendas a prazo recuaram 6,7% e as vendas à vista caíram 9,2%. "A perspectiva para 2016 é de redução menor nas vendas, mas ainda assim no vermelho. O varejo precisa se preparar para o começo do ano, quando a sazonalidade joga contra o lojista", analisa Marcel Solimeo, diretor do Instituto de Economia Gastão Vidigal/ACSP.

05/01/16

Imagem: Alta de 10% nos Preços Deve se Manter em 2016

Segundo a Abfiae, associação do setor, nos últimos 12 meses, o preço do material escolar teve um aumento, em média, de 10% e para este ano, a expectativa é que esta elevação se mantenha. Por conta da desvalorização do real, do aumento dos insumos, e da mão de obra, os produtos fabricados no país, como caneta, borracha e massa escolar, podem ter um aumento de até 12% e os importados, como mochilas, lancheiras e estojos terão aumento entre 20% e 30. A tributação é uma das grandes vilãs. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação divulgou que esses artigos são taxados em até 47%.

05/01/16

Imagem: Produção de Cerveja Recua 2% em 2015

As indústrias de cerveja no país encerraram 2015 com produção de 13,86 bilhões de litros, volume 1,99% inferior ao registrado no ano de 2014, segundo dados do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe) da Receita Federal. Além do cenário macroeconômico, outro fator que contribuiu para a queda foi a base de comparação alta de 2014, quando foi realizada a Copa do Mundo da Fifa no Brasil. No quarto trimestre do ano, a produção apresentou crescimento de 1,32% em comparação ao mesmo intervalo de 2014. Este resultado é pior que o desempenho do terceiro trimestre, quando houve aumento de 4,2% na produção.

04/01/16