20/10/16
A economia parece dar sinais de recuperação. Ainda não existem indicadores confiáveis. Segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), houve queda de 0,7% no movimento dos negócios em agosto/16 (considerando os ajustes sazonais) na comparação mensal. Já em comparação anual, houve retração de 2,6%. Na contra-mão dos resultados divulgados pela Serasa Experian , o varejo paulista registou a segunda alta consecutiva em julho, algo que não acontecia desde 2014, segundo dados da Fecomercio-SP. A elevação foi de 0,8% em relação a junho, com faturamento de R$ 46,9 bilhões.
20/10/16
Devido à situação econômica do país, o mercado de bebidas alcoólicas vem apresentando uma retração no ano de 4,4% em volume de vendas, segundo a Nielsen. Apesar disso, duas categorias conseguem ir contra essa maré: a cachaça e a vodca. A queda da cachaça é 11 vezes menor do que o total da cesta de Bebidas Alcoólicas Nielsen (- 0,4%) e da vodca 4 vezes (-2,1%). A categoria de vodca se destacou no Pequeno Varejo e cresceu 16,2%, enquanto a de cachaça se destacou em Supermercados (10,5%). E isso ajudou a reduzir o impacto negativo da queda nos estabelecimentos com consumo no local, que afeta todas as categorias da cesta.
19/10/16
Segundo a pesquisa TeleCheque, serviço oferecido pela MultiCrédito, a inadimplência em cheque registrou uma queda de 19,46% no mês de setembro. Ainda de acordo com a pesquisa, com a recessão econômica, muitos brasileiros têm buscado reduzir gastos com itens supérfluos e priorizado, cada vez mais, o consumo de bens e serviços de primeira necessidade. O maior crescimento no volume de pagamentos honrados durante o mês de setembro esteve ligado ao setor de saúde, com aumento de 1,24%. As principais responsáveis por esses gastos foram mulheres de 41 a 50 anos, que aumentaram em 0,96% o volume de cheques honrados em relação ao total registrado no mês anterior.
19/10/16
De acordo com a 1ª Pesquisa de Prevenção de Perdas, realizada pela SBVC - Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, os números do mercado indicam uma média de 1,40% no índice geral de perdas do varejo. Os dados mostram também que o setor supermercadista apresentou o maior índice de perdas entre os seguimentos, 2,26%, seguido por construção (1,19%), magazines (1,16%), moda (1%) e perfumaria (0,96%). Segundo a entidade, o número de perdas nos supermercados está dividido entre perdas não identificadas (1,23%) e quebras (1,03%). Na divisão por quebras, o vencimento de produtos é o principal causador de perdas (39,6%), seguido pelo armazenamento inadequado (19,7%).
18/10/16
De acordo com informações da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas no varejo brasileiro recuaram 0,6% em agosto na comparação com o mês anterior e caíram 5,5% sobre um ano antes. O setor acumula queda de 6,6% no ano e de 6,7% em 12 meses. Já a receita nominal do varejo subiu 0,5% entre julho e agosto, já descontados os efeitos sazonais. Em relação a agosto de 2015, a receita nominal subiu 6,6%. No acumulado do ano, houve alta de 5,1%. Em 12 meses o aumento foi de 4,1%.
18/10/16
De acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado nesta segunda-feira (17), o faturamento de vendas do comércio varejista registrou queda de 4,9% em setembro em relação ao ano passado, depois de descontada a inflação. Em agosto, o índice havia registrado queda de 6,2%. Em termos nominais, o indicador mostra alta de 4,1% em setembro contra um ano antes, patamar maior em relação ao apurado em agosto (+3,7%). Descontados os efeitos de calendário, o índice nominal aponta alta na receita de vendas do varejo em 3,9% na evolução anual.
18/10/16
Segundo o Índice de Expansão do Comércio (IEC) -realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), aumentou o interesse dos empresários do comércio paulista em expandir os seus negócios, registrando o quinto mês consecutivo de alta. Em setembro, o indicador alcançou 78,7 pontos, alta de 1,1% em relação a agosto e de 17,8% na comparação com 2015. O responsável pelo aumento do IEC se deve a alta também das Expectativas para Contratação de Funcionários, que tingiu 97,1 pontos, alta de 2,8% na comparação mensal e de 29,3% em relação ao mesmo mês de 2015.
17/10/16
Em sua sua 13ª Conferência Anual, com o tema "quem inova, vende", a GfK apresentou seu último levantamento do mercado de bens duráveis e revelou que, apesar de variações positivas de junho a agosto, as perdas do segmento digital dentro de bens duráveis chegou a 1,6% no acumulado de janeiro a agosto. Os sete segmentos monitorados pela entidade - telecom, linha marrom, linha branca, informática, eletro-portáteis, câmeras fotográficas e ar condicionado - tiveram queda em volume de unidades vendidas. Porém, as categorias dotadas de inovação cresceram 140% em faturamento e responderam por 34% do mercado total.
14/10/16
As vendas do comércio para o Dia das Crianças não foram muito animadoras para o setor em 2016. Apesar da retomada de confiança dos consumidores, a crise econômica do País ainda afeta o consumidor no momento da compra. De acordo com dados da Boa Vista SCPC, o resultado das vendas registra o pior desempenho para a série histórica do Dia das Crianças, iniciada em 2008. Segundo estimativa da FecomercioSP, o faturamento total no varejo foi 3,9% menor do que em 2015 (descontada a inflação), cerca de R$ 2,2 bilhões a menos do que no ano passado. Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil, o gasto médio girou em torno de R$ 222,00.
14/10/16
