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Pão de Açúcar Não Vai "Rasgar Dinheiro" Com Mais Aquisições

Com R$ 5 bilhões em caixa, o Grupo Pão de Açúcar poderia, se quisesse, fazer aquisições e expandir-se, mas o que impede, segundo a empresa, é o alto preço pedido pelos controladores das empresas familiares brasileiras. Em entrevista ao Ig, o vice-presidente de relações corporativas do grupo, Hugo Bathlem, diz que a companhia tem interesse em aquisições, mas não vai rasgar dinheiro. “A área de fusões e aquisições é bastante ativa na companhia, mas nesse setor, às vezes trabalha-se muito, para se chegar a uma conclusão contrária à aquisição”, afirma.

Com R$ 5 bilhões em caixa, o Grupo Pão de Açúcar poderia, se quisesse, fazer aquisições e expandir-se, mas o que impede, segundo a empresa, é o alto preço pedido pelos controladores das empresas familiares brasileiras. Em entrevista ao Ig, o vice-presidente de relações corporativas do grupo, Hugo Bathlem, diz que a companhia tem interesse em aquisições, mas não vai rasgar dinheiro. “A área de fusões e aquisições é bastante ativa na companhia, mas nesse setor, às vezes trabalha-se muito, para se chegar a uma conclusão contrária à aquisição”, afirma.

Mercado de Ações

No varejo, um comprador que estaria inflacionando os preços é o grupo Chileno Cencosud. A varejista, que já havia adquirido redes no Nordeste e em Minas Gerais, comprou recentemente o supermercado carioca Bethlem. O executivo do Pão de Açúcar afirma que não chegou a disputar a aquisição da companhia com os chilenos. Mas, uma empresa que custasse mais que 8 ou 9 vezes o ebitda (lucro antes de pagamento de juros e impostos e das despesas com amortização e depreciação) anual, seria uma aquisição questionável. Isso porque o próprio valor de mercado do Grupo Pão de Açúcar gira em torno desse patamar. (Ig)

27/02/2012

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