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Fantasma da fraude nas compras

Destaque Fantasma da fraude nas compras
Destaque Fantasma da fraude nas compras

Ainda existe um grande fantasma que assola o setor de compras de empresas do setor de consumo: a fraude. Sempre um tema espinhoso dentro das companhias, o problema nunca foi tratado como deveria. Diante deste cenário, o varejo de alimentos, bebidas bens de consumo sempre encarou as fraudes nos processos de compra como um custo inevitável. Porém, no final das contas, o preço pode ser elevado demais. Confira como as empresas estão lidando com esta questão, segundo pesquisa realizada pela KPMG.

Ainda existe um grande fantasma que assola o setor de compras de empresas do setor de consumo: a fraude. Sempre um tema espinhoso dentro das companhias, o problema nunca foi tratado como deveria. Diante deste cenário, o varejo de alimentos, bebidas bens de consumo sempre encarou as fraudes nos processos de compra como um custo inevitável. Porém, no final das contas, o preço pode ser elevado demais. Confira como as empresas estão lidando com esta questão, segundo pesquisa realizada pela KPMG.

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Pouco preparo

O levantamento internacional efetuado pela KPMG identificou como as empresas do setor de varejo estão lidando com a detecção e a prevenção de fraudes em seus processos de compras. Das 460 companhias pesquisadas do segmento, apenas 19% disseram que suas companhias têm estratégias detalhadas neste sentido, enquanto 30% concordaram que seus processos precisam de melhorias. Em relação ao gerenciamento de riscos e fraudes nos processos de compras, 31% indicaram que esta é uma responsabilidade da auditoria interna e 33% disseram que era uma função básica da companhia.

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Falta controle

Ainda em relação ao levantamento, 65% dos especialistas em processos de compras não usam dados analíticos ou os usam de maneira limitada para detectar e impedir fraudes. E 17% desses especialistas afirmaram que não sabem quais funcionários estão processando transações em seus sistemas. O estudo ainda mostrou que 40% dos entrevistados identificaram a auditoria interna como responsável primário pela auditoria dos fornecedores. E mais de 70% afirmaram que cometeram erros em seus relatórios, arquivaram reivindicações inapropriadas, cobrando preços impróprios ou fazendo ambas as ações.

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Medidas urgentes

Os dados são preocupantes tendo em vista que os processos dos departamentos de compras estão adquirindo uma importância cada vez maior. Entretanto, à medida que as organizações percebem o valor que este gerenciamento adequado pode proporcionar, este cenário tende a mudar. Para a KPMG, há controles internos básicos e práticas que devem ser criadas para reduzir a exposição da empresa a esses riscos. Entre eles estão a separação das funções dos departamentos de compras, a existência de relatórios consolidados, políticas comuns e padronização de processos, entre outros.

11/10/2010

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