O varejo físico brasileiro enfrenta um fantasma silencioso que drena margens de lucro de forma invisível. Este rastro de ineficiência operacional, que inclui erros de estoque e quebras no ponto de venda, custa caro: anualmente, o varejo brasileiro acumula uma perda de R$ 42,1 bilhões em faturamento por desperdícios operacionais e quebras no ponto de venda, segundo dados oficiais da Abrappe. Durante anos, a digitalização dos supermercados e grandes redes varejistas concentrou-se na robustez dos sistemas de gestão integrada (ERPs). Acreditava-se que, ao colocar toda a operação sob o guarda-chuva de um software robusto, o controle de estoque estaria resolvido.
27/07/26