O GPA passou a contar com um novo acionista majoritário: Silvio Tini. Dois dias depois de a companhia aprovar a queda da cláusula de poison pill (que exigia que um investidor com 25% ou mais fizesse a oferta pública de aquisição), o empresário passou a deter 25,8% das ações via sua gestora, a Bonsucex. Silvio já detinha 23%, fatia que alcançou em março deste ano. Com o aumento da participação, o executivo ultrapassa a família Coelho Diniz, que desde o ano passado despontava como principal acionista do grupo varejista, e supera a fatia do Casino, grupo francês que foi controlador do GPA por mais de uma década. Agora, a companhia avança no plano de recuperação extrajudicial envolvendo R$ 4,5 bilhões.
18/06/26