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Imagem: Indústria de construção deve fechar o ano com queda de 2,3%

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) revisou a projeção para o desempenho do setor em 2023. A nova expectativa é de queda de 2,3% em faturamento neste ano. Inicialmente, a previsão era de alta de 2,0%. Segundo Rodrigo Navarro, presidente da Abramat, a indústria de materiais e a atividade da construção não acompanharam o crescimento da economia brasileira ao longo deste ano. Em novembro, as vendas do setor caíram 2,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já no acumulado do ano, a baixa é de 2,5%. E nos últimos 12 meses, a retração chegou a 3%.

12/12/23

Imagem: Vendas de Materiais de Construção Caem 5%

A indústria de materiais de construção registrou queda de 5,6% nas vendas de maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a abril, houve alta de 1,6%, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Entre janeiro e maio de 2022, as vendas recuaram 9,1%, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses, houve baixa de 5,2%. Segundo a entidade, a queda reflete a base de comparação mais elevada do primeiro semestre do ano passado. Em 2021, as vendas de materiais de construção estavam mais aquecidas para atender obras e reformas domésticas.

14/06/22

Imagem: Varejo de Construção Cresce 4% em Abril

As vendas do varejo de material de construção apresentou crescimento de 4% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado, e queda de 4% nas vendas em relação a março. Os dados fazem parte da pesquisa mensal da Associação Nacional de Material de Construção (Anamaco), que reuniu informações de 530 lojistas entrevistados entre os dias 24 e 27 do mês passado. "Os dados mostram que as empresas ainda estão se recuperando quando o assunto é faturamento. Isso porque está ocorrendo um crescimento nominal." explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco.

04/05/18

Imagem: Setor de Embalagem Avança 1,96% em 2017

Em 2017, o setor de embalagem nacional apresentou um volume bruto de produção de R$ 71,50 bilhões, o setor registrou crescimento de 1,96% na produção física de embalagem no ano passado em relação a 2016 e prevê para o ano de 2018 um crescimento maior calcado na recuperação dos indicadores de consumo, comércio, serviços e industrial. Os números foram apurados pela ABRE, sob a chancela do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV). Entre os materiais mais consumidos para a produção de embalagens estão o plástico (38,85%), metálicos (18,15%) e papelão ondulado (17,36%).

05/03/18

Imagem: Rede Foge dos Itens Básicos de Construção

Com 16 lojas no Mato Grosso do Sul, a rede de materiais de construção Bigolin deixou de trabalhar com os itens básicos de construção e passou atuar especificamente com produtos de maior valor agregado, como revestimentos cerâmicos e outros tipos de acabamento. De acordo com a empresária Lucima Bigolin, "como não somos uma grande rede, não tínhamos volume de compra para competir em determinados tipos de produtos". Segundo ela, a estratégia criou uma especialização, que foi responsável por manter o faturamento da rede no primeiro semestre, apesar de uma retração perceptível no início do segundo.

21/09/15