O acordo UE–Mercosul, assinado no último sábado (17) no Paraguai, marca uma virada para o Brasil. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria mostra que os acordos preferenciais e de livre-comércio do país hoje cobrem apenas 8% das importações mundiais de bens. Com a entrada em vigor do pacto com a União Europeia, esse alcance saltaria para 36%, considerando que o bloco respondeu por 28% do comércio global em 2024. Para a indústria, 54,3% dos produtos negociados — mais de 5 mil itens — terão tarifa zerada no mercado europeu já na largada do acordo.
19/01/26
