Com um consumidor abalado pelas tensões comerciais, o volume de remessas da Heineken no Brasil contraiu em torno de 15%. O presidente-executivo da companhia, Dolf van den Brink, disse que a volatilidade macroeconômica se tornou mais pronunciada no terceiro trimestre. "Esperamos que a demanda se recupere quando as condições se normalizarem", afirmou em um comunicado. No terceiro trimestre, foi percebida uma queda de 0,3% na receita líquida, contra expectativas de analistas de recuo de 0,8%.
22/10/25
