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Imagem: E-commerce tem queda de 15% em acessos

Apresentando queda desde o fim de 2022, o tráfego das plataformas de e-commerce caiu quase 15% no último mês. Foi o quarto mês seguido de baixa, como mostra a última edição do Relatório Setores do E-commerce, da Conversion. Entre novembro e fevereiro, o número de visitantes únicos caiu 19,6%, passando de 2,6 bilhões para 2,13 bilhões. O desempenho negativo foi puxado pelos acessos via dispositivos web, que caíram 17,3% entre janeiro e fevereiro, e também pelo Carnaval, data considerada fraca para o varejo digital.

23/03/23

Imagem: Varejo de Construção Contratou Menos em 2018

O mercado de trabalho formal do comércio varejista de tintas, vidros, ferragens, madeira e materiais de construção da Região Metropolitana de São Paulo terminou 2018 perdendo 1.561 empregos com carteira assinada. Os dados são do Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismos, Ferragens, Tintas e Louças da Grande São Paulo (Sincomavi). Na soma dos doze meses do ano foram 25.254 admissões e 26.815 desligamentos. Este é o quinto ano seguido em que há saldo negativo. Pelas atividades avaliadas, o varejo de ferragens e materiais de construção teve o pior desempenho, com baixa de 1.454 postos.

20/02/19

Imagem: Arroz e feijão registram deflação de mais de 11% em São Paulo

A subcategoria de cereais teve uma baixa de 2,33% no mês de agosto, segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS). A deflação é uma tendência apresentada pelo grupo desde o segundo trimestre de 2024, que nos últimos 12 meses somam deflação de 15,95%. Os itens que se destacam nessa queda de preços são o arroz (-19,14%) e o feijão (-11,51%). O levantamento foi realizado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

29/09/25

Imagem: Grupo Martins Revê Expansão Para 2015

O grupo atacadista deve fechar o ano com zero de crescimento. "No início de 2015, a gente estimava que cresceria 7% e agora é zero", disse Walter Faria, CEO da companhia, ao Jornal Valor Econômico. No acumulado de janeiro a agosto, as vendas encolheram 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Até junho de 2014, com a Copa do Mundo, as vendas cresceram 16%. Mas em diante o quadro mudou, segundo a rede, principalmente, na venda de bens duráveis. "Celulares, geladeiras, PCs e máquina de lavar roupa, isso tudo está com uma queda de 18%", diz o executivo. A empresa decidiu também cortar investimentos. Dos R$ 50 milhões que estavam programados para este ano, ficarão R$ 25 milhões.

15/09/15