"O atacarejo foi um fenômeno no Brasil. Ele demorou um pouco para se firmar, mas quando se firmou - primeiro numa onda de crise norte-americana de 2008, em que teve uma compressão de renda -, o pessoal foi atrás do atacarejo." A análise é de Pedro Mattos, diretor geral da Coop. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, o executivo reforça que, com o cenário atual, o formato segue se fortalecendo. "Todo mundo sempre esperou que o atacarejo fosse se esvaziar, mas veio mais uma crise, que espero estarmos saindo dela em algum tempo, e isso reforçou o formato como abastecedor, onde o consumidor consegue 'esticar' um pouco mais o seu dinheiro."
12/09/22
