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Imagem: Inflação de alimentos em domicílio sobe 11,8%

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação de alimentos no domicílio subiu 11,8% no acumulado do ano até julho, enquanto a fora de casa avançou 4,6% - uma distância de 7,2 pontos porcentuais. "Com a renda contraída, fica difícil repassar preços. As pessoas estão com o bolso apertado. A gente vem subindo menos do que a metade da inflação no domicílio", afirma o presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci. Segundo a Abrasel, 46% dos estabelecimentos aumentaram seus preços abaixo da inflação em julho, enquanto 25% não conseguiram reajustar.

30/08/22

Imagem: Mudança de Hábitos Puxa Alta em 2021, Diz Abras

O consumo nos lares brasileiros encerrou 2021 com alta acumulada de 3,04%, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Para a entidade, o desempenho reflete as mudanças nos hábitos dos consumidores e as adaptações feitas nos supermercados, que buscaram opções de marcas e tamanhos de embalagens junto aos fornecedores, além de realizarem ações promocionais no segundo semestre. Em dezembro, o consumo nos lares registrou alta de 4,27%, em relação ao mesmo mês de 2020. Na comparação entre dezembro e novembro de 2021, o índice subiu 22,47%.

11/02/22

Imagem: Brasília Teve Maior Alta, com 14,9%

Em dezembro, o valor médio da cesta básica aumentou em sete das oito capitais analisadas, em relação a novembro. Segundo a Cesta de Consumo HORUS/FGV IBRE, as maiores altas foram registradas em Brasília (14,9%), Manaus (7,8%) e Fortaleza (6,8%), em razão da alta nas frutas (12,7%), café (5,7%) e frango (5,8%). Belo Horizonte apresentou retração de 2,7%, devido à queda no preço de pão (-22,5%), carne bovina (-9,6%) e leite (-2,5%), e São Paulo se manteve estável (0,1%). A cesta mais cara foi a do Rio de Janeiro (R$ 830,27), seguida pelas de São Paulo (R$ 799,54) e Fortaleza (R$ 752,40).

12/01/22