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Imagem: Alta de Até 2% nas Vendas do Dia dos Pais

O Dia dos Pais integra o calendário de datas que representam um aumento no fluxo de vendas para o varejo. Na capital paulista, considerada o centro financeiro do país, a projeção da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) é que as vendas cresçam 2% na data comemorativa, na comparação anual. Já a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estimam que seja gerado um movimento de R$ 20 bilhões ao comércio brasileiro, com um ticket médio de R$ 190. Pensando nisso, redes varejistas e shoppings prepararam promoções para atrair os consumidores. Confira!

07/08/19

Imagem: Comércio Paulista Fecha Dezembro com Alta

O comércio da capital paulista encerra dezembro com crescimento médio de 2,6% no movimento de vendas, na comparação com igual mês de 2017, de acordo com o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). As transações a prazo (3,1%) superaram as vendas à vista (2,1%) no período. Em relação a novembro deste ano, as vendas em dezembro alcançaram alta de 27,8%, percentual que está dentro da média dos últimos três anos (28%). Segundo o estudo, o sistema a prazo registrou alta de 0,7%, devido a Black Friday.

03/01/19

Imagem: Vendas do Varejo Paulista Avançam 4,5%

O movimento de vendas do varejo paulistano no primeiro trimestre de 2018 aumentou em média 4,5% na comparação com os três primeiros meses de 2017, informa o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O resultado recupera a perda de 3,8% registrada no mesmo período de 2017 (frente ao primeiro trimestre do ano anterior). "O perfil das vendas está retornando, aos poucos, ao período pré-crise, isto é, os consumidores voltaram a comprar bens duráveis, de maior valor", declara Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

03/04/18

Imagem: Varejo Paulista Cresce 5% em Janeiro, diz ACSP

O movimento de vendas no varejo da capital paulista cresceu em média 4,7% em janeiro na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). De acordo com os dados da entidade, este foi o nono mês consecutiva de alta na comparação internual, e o primeiro janeiro no azul desde 2014. A média foi registrada a partir das altas de 6,8% nas vendas a prazo e de 2,5% nas comercializações à vista. "O resultado é animador e ajuda a recuperar a perda de janeiro de 2017, quando o movimento caiu 5%.", declara Marcel Solimeo, economista da ACSP.

05/02/18

Imagem: Vendas no Varejo Paulistano Aumentam 4,5%

As vendas do varejo na cidade de São Paulo avançaram 4,5% no último mês de 2017 ante o mesmo período de 2016. Foi o melhor dezembro desde 2010. O levantamento é do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Ainda de acordo com a entidade, no ano de 2017 como um todo, o setor fechou com leve aumento de 1,1% em relação a 2016 na capital. Na comparação com novembro, o varejo de SP registrou em dezembro crescimento médio de 26%. Com elevação de 5,9%, as transações a prazo superaram as vendas à vista (3,1%) em dezembro, na comparação anual.

04/01/18

Imagem: Comércio Paulista Deve Avançar 5% no Natal

Os lojistas paulistas estão otimistas com o Natal e esperam um crescimento de 5% em 2017, com um ticket médio que varia de R$ 50 a R$ 150. O levantamento foi feito pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP). Em relação as vagas temporárias, a projeção é que tenham um aumento de 10%. Para a região da capital e grande São Paulo os lojistas mantém expectativa de aumento de 3% com tíquete médio de compra entre R$ 100,00 e R$ 150,00.

19/12/17

Imagem: Comércio Paulista Prevê Alta na Contratação de Temporários

O comércio da capital paulista prevê um aumento de 5% a 10% na criação de vagas temporárias no fim deste ano em relação a igual período do ano passado. A estimativa é da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Na opinião do presidente da ACSP, Alencar Burti, a expectativa de crescimento do emprego temporário deve-se principalmente à "melhora da economia, que já saiu da recessão", e "à reforma trabalhista", que criou novas modalidades de contratação. "Além do temporário, há o trabalho intermitente e por tempo parcial. Houve também a regulamentação do home office e da terceirização, o que também ajuda", afirma Burti.

20/10/17