24/03/16
12/02/16
A franquia soma hoje 200 unidades em funcionamento em todo o território nacional, e em seu projeto de expansão para 2016 aspira a abertura de mais 80 unidades em diferentes regiões do país, como Macapá, Amazonas, Tocantins, Bahia, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Segundo a empresa, o plano de expansão está baseado nas recentes pesquisas do mercado que dizem que o segmento de beleza deve continuar crescendo nos próximos anos e o setor deve atingir um percentual anual de expansão de aproximadamente 5,3%.
15/01/16
A crise da economia brasileira levou os consumidores a adotarem um novo comportamento em 2016. Se em 2015 reduzir compras e buscar promoções era a prioridade, neste ano, a substituição de marcas e produtos ganha força. Esse movimento, porém, não chega a categorias de produtos de alto valor agregado. Adriano Araújo, diretor da Dunnhumby, diz que há um movimento de racionalização do consumo que atinge todas as classes sociais, mas a compra de alguns itens de alto valor agregado se mantém nas classes A, B e C. "Os produtos premium e as embalagens maiores se mantêm como tendências de consumo para 2016", afirma o diretor. (Valor)
06/01/16
29/12/15
A rede supermercados paranaense deve investir cerca de R$ 100 milhões com a abertura de três lojas no ano que vem. Das novas unidades, duas serão em Curitiba e vão funcionar no modelo de cash & carry. "Desde o último trimestre, percebemos que o cliente nunca esteve mais atento a promoções e disposto a mudar de hábitos", diz Everton Muffato, sócio da empresa. Cerca de 20% do investimento previsto pela varejista para 2016 irá para a instalação de uma loja em Londrina, também no Paraná. Será a quarta unidade do grupo a ser aberta em um shopping center. A companhia espera que o primeiro semestre do próximo ano seja mais difícil para os supermercados do que está sendo 2015.
28/12/15
Durante evento da ABAD nesta segunda-feira, o economista Ricardo Amorim fez diversas análises sobre o cenário macroeconômico do país e, apesar de ressaltar todos os problemas graves do momento que o Brasil vive, alertou para as oportunidades que jamais deixarão de existir. "Eu tento não olhar para o Brasil daqui 10 dias, 10 semanas ou 10 meses, mas sim daqui 10 anos. E, quando olhamos para isso, o cenário é tão bom como foram os últimos 10 anos. Historicamente, sempre que passamos por uma crise com quedas muito expressivas, o crescimento na sequência é igualmente potente", afirmou o economista.
17/11/15
